Sifilis - Lues, cancro duro ou sífilis é DST

A sifilis é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível), conhecida também pelos nomes de Lues ou Cancro Duro. Esta doença infecto-contagiosa, sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum, pode também ser transmitida verticalmente, ou seja, da mãe para o feto, por transfusão de sangue ou por contato direto com sangue contaminado. Se não for tratada precocemente, pode comprometer vários órgãos como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso. Antes de existirem os antibióticos, a sífilis era uma doença crônica, prolongada, dolorosa e que, em fases avançadas, causava estragos acometendo todos os sistemas do organismo, sendo extremamente temida e muito estigmatizada por todos.

Sífilis é um tipo sério de infecção bacteriana. Geralmente é transmitida de uma pessoa a outra através do contato sexual. Quando não é tratada , a sífilis pode levar a lesão irreversível de tecidos como o cérebro e os nervos. A bactéria que causa a sífilis entra no corpo através das aberturas de órgãos como a boca a vagina ou o reto, e também por cortes ou machucados na pele. Durante os estágios iniciais da doença aparecem vesículas pelo corpo, especialmente na região genital. Se tocar em uma destas vesículas de uma pessoa contaminada, é bem provável que bactérias entrem em contato com a sua pele. Se então estas bactérias atingirem alguma região úmida de seu corpo (por exemplo: boca, ânus ou vagina) ou então em algum corte na pele, há probabilidade de contaminação. Uma vez dentro do organismo a bactéria se espalha rapidamente através da corrente sangüínea. Há a possibilidade do bebê nascer com sífilis se a mãe desenvolveu a doença durante a gravidez.

 

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TUDO SOBRE SÍFILIS

Neste artigo você vai encontrar tudo sobre a sífilis, suas causas, sintomas, remédios, tratamento, cura e tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Veja fotos e imagens do sífilis. Lesões duras, mas nem sempre doloridas nos órgãos genitais são o primeiro sintoma da sífilis. Chamadas de cancros (cancro duro), elas geralmente aparecem nos genitais, mas podem ocorrer também no ânus, na pele, na gengiva, na palma das mãos e na planta dos pés. Mesmo sem tratamento, essas lesões costumam desaparecer em alguns dias, mas a doença continua ativa no organismo e pode provocar outros sintomas: manchas avermelhadas na pele e nas mucosas (sífilis secundária) e alterações no sistema nervoso central (sífilis terciária). Nas fases iniciais, o diagnóstico pode ser confirmado por exame de sangue. Em fase avançada, é necessário pedir um exame de líquor para verificar se o sistema nervoso não foi afetado.

 

 
 

O que é Sífilis?

 

Sifilis é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum, adquirida, na maior parte das vezes, por contato sexual com outra pessoa contaminada. Se não tratada, progride tornando-se crônica e com manifestações sistêmicas, isto é, comprometendo várias partes do corpo. Sua progressão, de acordo com o grau de comprometimento do corpo, ao longo do tempo, foi dividida em estágios (primária, secundária e terciária). As duas primeiras fases são as de características mais marcantes de infecção, quando se observam mais sintomas e é mais transmissível, após o que se observa um longo período de latência, quando a pessoa não sente nada, apresentando uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em indivíduos não tratados. Passada esta fase inicial, a capacidade de transmissão diminue. Após alguns anos, podem surgir manifestações da doença no coração, cérebro e, virtualmente, em qualquer órgão do corpo.

 

Sifilis é chamada de lues, cancro duro ou sífilis.
SÍFILIS É UMA DOENÇA INFECCIOSA

 

Causas da Sifilis

 

Pode-se adquirir sífilis através de contato sexual, por beijo, contato íntimo com uma lesão ativa (que contenha a bactéria Treponema), por transfusão de sangue ou derivado, por inoculação acidental direta, por exemplo, em profissionais da área da saúde, ou ainda, via placentária (sífilis congênita, o feto adquire na vida intra-uterina).

 

 

Causas da sifilis: bactéria chamada Treponema pallidum.


A bactéria que causa a sífilis entra no corpo através das aberturas de órgãos como a boca a vagina ou o reto, e também por cortes ou machucados na pele.

 

PREVENÇÃO DA SÍFILIS: Não há perspectiva de desenvolvimento de vacina para breve, por isso, a prevenção recai sobre a educação em saúde para suspeita e diagnóstico precoce e tratamento, além da promoção da prática de sexo seguro com o uso de preservativos. Sem dúvida, a grande maioria dos casos de transmissão ocorre por relações sexuais desprotegidas (sem preservativos). Desta forma, o uso de preservativo durante as relações sexuais pode ser considerado como a única maneira de prevenir a doença.

 


Sintomas da Sífilis

 

A doença é dividida em 3 fases, denominadas de sífilis primária, sífilis secundária e sífilis terciária. Os sintomas da sífilis variam de acordo com o estágio da doença.

 

O período de incubação, ou seja, o intervalo de tempo entre o contágio e os primeiros sintomas, é em média de 2 a 3 semanas. Todavia, há casos em que este intervalo pode ser tão curto quanto três dias ou tão longo quanto três meses.

 

Sintomas da sífilis primária

A lesão da sífilis primária é uma pápula (uma pequena elevação na pele) nos órgãos genitais que em poucas horas se transforma em uma úlcera não dolorosa. Nas mulheres esta lesão pode passar despercebida, uma vez que é pequena (em média 1 cm de diâmetro), indolor e costuma ficar escondida entre os pelos pubianos ou dentro da vagina. Não há outros sintomas associados à lesão da sífilis primária; o paciente apresenta no máximo aumento dos linfonodos da virilha (ínguas).

Em alguns casos a úlcera pode surgir na boca ou na faringe, caso a transmissão tenha se dado através do sexo oral.


A úlcera da sífilis recebe o nome de cancro duro e após 3 a 6 semanas desaparece mesmo sem tratamento, levando à falsa impressão de cura espontânea. Portanto, a sífilis inicialmente é uma doença indolor, que costuma frequentemente passar despercebida e que parece desaparecer espontaneamente após algum tempo. O problema é que o desaparecimento do cancro duro não significa cura, pelo contrário, a bactéria agora está se multiplicando e se espalhando pelo organismo silenciosamente.

 

Sintomas da sífilis secundária

Algumas semanas ou meses após o desaparecimento do cancro duro, a sífilis retorna, agora disseminada pelo organismo.

Essa forma de sífilis se manifesta com erupções na pele, classicamente nas palmas das mãos e solas dos pés. Também são comuns febre, mal estar, perda do apetite, dor nas articulações, queda de cabelo, lesões oculares e aumento dos linfonodos difusamente pelo corpo.

As lesões nas solas dos pés, palmas das mãos e mucosa oral são características, mas as erupções de pele podem ocorrem em qualquer local do corpo.

Uma outra lesão típica da sífilis secundária é o chamado condiloma lata, uma lesão úmida, com aspecto de uma grande verruga, que surge geralmente próximo do local onde existiu a lesão do cancro duro na sífilis primária.

 

Sífilis secundária já disseminada pelo organismo.


Há casos, porém, que a sífilis secundária apresenta poucos sintomas, fazendo com que o paciente não dê muita importância ao quadro. Cerca de 20% dos pacientes com sífilis secundária não consideram seus sintomas incômodos o bastante para procurarem ajuda médica.

Assim como ocorre na sífilis primária, os sintomas da sífilis secundária desaparecem espontaneamente, sem qualquer tratamento.

 

Sintomas da sífilis terciária

Os pacientes podem ficar de um até vários anos, inclusive décadas, assintomáticos (sem sintomas) antes de um novo retorno da doença. A forma terciária da sífilis é a mais grave.

 

A fase terciária é a fase de inflamação progressiva e lenta (crônica) com sintomas relacionados aos órgãos predominantemente comprometidos, é destrutiva e incapacitante. Assim, no caso do cérebro, teremos a neurosífilis, com sintomas de meningite e paralisia de nervos ou o comprometimento de vasos cerebrais causando obstruções de artérias, com sintomas de trombose ou derrames cerebrais. Quando compromete a medula, leva à perda de reflexos e sensibilidade dos membros com progressiva deterioração do controle dos esfíncteres e da capacidade de andar. O espectro de sintomas neurológicos é muito grande, podendo ocorrer quadros mais relacionados à sensibilidade: dores abdominais e/ou em membros até cegueira. Outra apresentação dominante é a cardiovascular, onde ocorre comprometimento de válvulas cardíacas (insuficiência e estenose) e dos grandes vasos principalmente do maior deles: a Aorta, levando à dilatação da mesma (aneurisma). Os sintomas são falta-de-ar e fadiga aos esforços cada vez menores. As conseqüências da fase terciária da sífilis ainda constituem em graves problemas médicos na atualidade, embora o surgimento de casos novos venha apresentando constante diminuição nas sociedades ocidentais desenvolvidas.

Em resumo, a sífilis terciária apresenta 3 tipos de manifestações:

- Goma sifilítica = grandes lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos.

 

Sífilis terciaria: grandes lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos.


- Sífilis cardiovascular = acometimento da artéria aorta, causando aneurismas e lesões da válvula aórtica.

- Neurosífilis = acomete o sistema nervoso, lavando à demência, meningite, AVC e problemas motores por lesão da medula e dos nervos.

 

 

Diagnóstico da Sífilis

 

Sabendo que esta doença pode se assemelhar com muitas outras, o diagnóstico deve primeiro passar pela suspeita clínica. Na maioria das vezes, esta suspeita é levantada pelo médico através da avaliação da exposição às formas de contaminação, principalmente, sexo desprotegido e dos sintomas lesões genitais e manifestações na pele. O diagnóstico de outras doenças sexualmente transmissíveis, como AIDS e gonorréia praticamente obriga a se fazer testes para sífilis.

 

Após a suspeita clínica, o médico dispõe de duas vias principais para a confirmação do diagnóstico. Ou detecta a bactéria na lesão (menos freqüente), ou, mais freqüentemente, testa a presença de anticorpos anti-Treponema no sangue.

 

Na sífilis primária, quando aparece o cancro duro, ainda não houve tempo do organismo produzir anticorpos contra o Treponema pallidum, por isso, os exames de sangue costumam estar negativos nesta fase. A confirmação laboratorial pode ser feita após coleta de material da úlcera para visualização direta da bactéria em microscópio. Nem sempre esse exame é necessário, uma vez que a úlcera genital da sífilis é bem característica. Geralmente o médico inicia tratamento baseado apenas em dados clínicos, esperando uma ou duas semanas para confirmar o diagnóstico laboratorialmente.

Diagnóstico da Sífilis com coleta de sangue.


O diagnóstico da sífilis secundária, terciária ou primária, já em fase mais tardia, é feito através de dois exames sorológicos: VDRL e FTA-ABS (ou TPHA)

VDRL

O VDRL é o exame mais simples e é usado como rastreio. O resultado é dado em formas de diluição, ou seja, um resultado 1/8 significa que o anticorpo foi identificado até 8 diluições; um resultado 1/64 mostra que podemos detectar anticorpos mesmo após diluirmos o sangue 64 vezes. Quanto maior for a diluição em que ainda se detecta o anticorpo, mais positivo é o resultado.

Se a explicação acima ficou confusa, apenas saiba que o VDRL = 1/2 é um título mais baixo que 1/4, que é mais baixo que 1/8 e assim por diante. Quanto mais alto o título, mais positivo é o exame.

Como o VDRL pode estar positivo em várias outras doenças que não sífilis, como lúpus, doenças do fígado, mononucleose, hanseníase, catapora, artrite reumatoide, etc., consideramos apenas valores maiores de 1/32 como confiáveis para o diagnóstico. O VDRL também pode apresentar falso positivo em pessoas idosas.

O VDRL costuma ficar positivo entre 4 e 6 semanas após a contaminação. Geralmente seus valores começam a subir uma a duas semanas após o aparecimento do cancro duro. Portanto, se o teste for feito um ou dois dias após o aparecimento da lesão da sífilis, o VDRL pode dar falso negativo.

FTA-ABS ou TPHA

O FTA-ABS é um teste mais específico e sensível que o VDRL. A sua janela imunológica é mais curta, podendo estar positivo já após alguns dias depois do aparecimento do cancro duro. O FTA-ABS ou o TPHA também apresentam menores taxas de falso positivo que o VDRL.

Uma vez positivo, o FTA-ABS assim permanecerá para o resto da vida, mesmo após a cura do paciente. Já os valores do VDRL caem progressivamente após a cura, tornando-se negativos após alguns anos.

Habitualmente o VDRL é usado para rastreio da doença e o FTA-ABS para confirmação.

Obs: O FTA-ABS é um pouco superior ao TPHA, apresentando uma sensibilidade maior.

Ao final, acabamos ficando com as seguintes situações:

- VDRL positivo e FTA-ABS (ou TPHA) positivo confirmam o diagnóstico de sífilis.
- VDRL positivo e FTA-ABS (ou TPHA) negativo indicam outra doença que não sífilis.
- VDRL negativo e FTA-ABS (ou TPHA) positivo indicam sífilis em fase bem inicial ou sífilis já curada ou sífilis na fase terciária.
- VDRL negativo e FTA-ABS (ou TPHA) negativo descartam o diagnóstico de sífilis (há raros casos em que o teste é feito muito precocemente, podendo haver falso negativo em ambos).

 

 

Tratamento da Sífilis

 

Sífilis tem tratamento com uso de penicilina.

O tratamento da sífilis é diferente dependendo do estágio estágio da doença:

- Sífilis primária ou secundária = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em dose única
- Sífilis com mais de 1 ano de evolução ou de tempo indeterminado = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em 3 doses, com uma semana de intervalo entre cada.

Doentes alérgicos a penicilina podem ser tratados com tetraciclina, doxiciclina ou azitromicina, mas eles não são tão eficazes quanto a penicilina.

Em alguns casos, como em grávidas contaminadas com sífilis, pode ser indicado um tratamento para dessensibilizar a paciente alérgica para que ela possa ser tratada com penicilina. Após o inicio do tratamento as lesões começam a desaparecer já nos primeiros dias. Porém, para se confirmar a cura é preciso repetir os exames de sangue.

Como o antibiótico mais indicado para tratamento da Sífilis é justamente o mais antigo e de preço mais acessível dentre todos: a penicilina, tratar sífilis parece ser muito fácil pelo custo e acesso ao tratamento. O maior problema continua sendo o diagnóstico, visto que a doença pode ser facilmente confundida com muitas outras doenças.

 

 

Cura da Sífilis

 

Para ter certeza da cura, todo paciente que realizou tratamento da sífilis deve refazer o VDRL com 6 e 12 meses. O critério de cura da sífilis é o desaparecimento dos sintomas e uma queda de 4 titulações nos níveis de anticorpos. Exemplos:

- VDRL era 1/64 e após o tratamento caiu para 1/16
- VDRL era 1/32 e após o tratamento caiu para 1/8
- VDRL era 1/128 e após o tratamento caiu para 1/32

Quanto mais tempo se passa, mais caem os títulos, podendo até ficarem negativos após alguns anos (há pacientes curados que permanecem a vida inteira com títulos baixos de VDRL, como 1/2 ou 1/4). Não é preciso que o VDRL fique negativo para se atestar a cura da sífilis.

Os títulos na sífilis primária caem mais rapidamente que na sífilis secundária e terciária. O FTA-ABS não serve para controle de tratamento, pois, como já foi explicado, ele não fica negativo após a cura. Uma vez positivo, o FTA-ABS assim ficará para o resto da vida. É o que chamamos de cicatriz imunológica.


 

 

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Sifilis e a prevenção. Sendo uma doença que pode causar sérios problemas a saúde, é importante ter informação sobre sífilis.