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PEDRA NOS RINS

Saiba mais sobre o que é Pedra nos Rins e as formas de tratamento.

 

A existência de pedra nos rins é conhecida desde os tempos de Hipócrates, o pai da medicina, fato lembrado por todos os médicos que, ao se formar, realizam o “Juramento de Hipócrates”. Este juramento contém a frase “...não praticarei a cirurgia de talha perineal...” uma referência a um procedimento comum na época para tentar curar as pessoas que tinham muitas crises dolorosas renais. Como as cirurgias na época eram realizadas sem anestesia e sem os cuidados de anti-sepsia conhecidos hoje, a maioria das pessoas morria após este procedimento, fato que gerou a introdução desta frase no juramento.

Pedra nos Rins ou Cálculos Renal



 

Os cálculos ou pedras renais são depósitos minerais que se formam dentro nos rins e podem estar presentes em várias partes das vias urinárias. Eles se iniciam como partículas microscópicas e se desenvolvem com o passar do tempo até formarem os cálculos. O termo médico abiscoitado para este problema é nefrolitíase ou urolitíase.

Pedra nos rins de estruvita

Os rins filtram substâncias químicas vindas do sangue e que não servem mais para o organismo, a maior parte delas tóxicas, e os acrescenta à urina. Quando estas escórias não se dissolvem completamente na urina, cristais e cálculos renais são formados e o espetáculo começa.

pedra nos rins

Embora alguns destes cálculos renais sejam tão grandes que não se desprendem dos rins, outros conseguem migrar pelo fino canal que liga o rim à bexiga, chamado ureter, onde eles são retidos.

Os cálculos renais retidos podem causar muitos sintomas diferentes, incluindo dor extrema (cólica renal), interrupção ou diminuição do fluxo de urina (anúria ou oligúria, respectivamente) e sangramento das paredes das vias urinárias (hematúria).

Os cálculos renais são um problema muito comum, afetando mais de 10% das pessoas no mundo inteiro.

Há vários tipos diferentes de cálculos renais, e uma variedade de razões pelas quais eles se formam. Os cálculos renais são classificados de acordo com sua composição química. A tabela abaixo relaciona a composição dos cálculos urinários com sua incidência nos casos de calculose renal:

Composição Química Porcentagem
Oxalato de Cálcio (puro ou misto) 75%
Fosfato Amoníaco Magnesiano (Estruvita) 10%
Ácido Úrico 8%
Fosfato de Cálcio 5%
Cistina 1%
Outros 1%

As pedras nos rins ou cálculos renais em geral são formações à base de oxalato de cálcio, bem como de cristais de ácido úrico, que são de tamanho variável.

Localizam-se nos condutos internos dos rins como pequenas pedras, podendo ficar ali por muito tempo. Quando essas pedras se desprendem e obstruem a passagem da urina pela uretra, causam dor intensa.

Sintomas: Embora os cálculos renais permaneçam nos rins, não causam dor, a menos que atinjam tamanho considerável. O problema é mais severo quando esses cálculos descem através da uretra - desde os rins até a bexiga, ferindo-a, retendo a passagem da urina e provocando forte cólica, a qual começa a se manifestar na cintura e logo se irradia até o abdômen e aos órgãos genitais. Também se apresenta como dor ao urinar e, em algumas ocasiões, com sangue na urina.

Causas: Nos rins os cálculos se formam devido a uma possível disfunção metabólica, a presença exagerada de sais na água que ingerimos, pela má alimentação, consumo excessivo de carboidratos e algumas substâncias alcalinas.

 

CAUSA DA FORMAÇÃO DE PEDRA NOS RINS

A litíase urinária, conhecida popularmente como “pedra nos rins”, é uma doença muito comum em nossa população. Estima-se que qualquer ser humano normal possa ter uma pedra nos rins em algum momento de sua vida. Isto ocorre por que a urina dos seres humanos contém, naturalmente, diversos elementos que podem se aglomerar e constituir uma pedra (cálcio, ácido úrico, oxalato, etc). Estas substâncias são produzidas diariamente pelo metabolismo normal do organismo e eliminadas na urina, onde estão diluídas em água. A falta de água para dissolver estas substâncias ou o excesso de uma delas são condições que favorecem o surgimento de pedra nos rins ou cálculo renal. As condições da vida moderna, onde as pessoas vivem em ambientes quentes, transpiram bastante e ingerem pouco líquido são as principais causas da litíase urinária. Há muita especulação sobre a influência da dieta alimentar na formação dos cálculos urinários. Todavia, não existe até o momento a comprovação de que hábitos alimentares normais possam produzir pedra nos rins. Na verdade, o que ocorre na grande maioria dos casos é a combinação entre uma disfunção metabólica e condições externas que potencializem a cristalização dos minerais depositados no organismo.

OUTRAS CAUSAS

Outras causas de formação de pedra nos rins são as doenças que produzem excesso de algum dos elementos formadores de cálculos na urina (exemplo: hipercalciúria – excesso de cálcio na urina). Nestas doenças, há um defeito nos rins e/ou no metabolismo do organismo, que leva à produção e eliminação de uma quantidade maior que o necessário de algum desses elementos. Pode haver também, a falta de uma substância inibidora da formação de cálculos (exemplo: hipocitratúria – falta de citrato na urina). Finalmente, as pedras nos rins podem ser formadas quando existem certas doenças que impedem o fluxo natural de urina no aparelho urinário (obstrução urinária). Nestes casos, a urina fica acumulada em um setor do aparelho urinário, onde surgem condições físico-químicas para a precipitação e cristalização de partículas que dão origem aos cálculos renais. Mais ainda, pode haver infecção por certos tipos de bactérias que são formadoras de pedra nos rins.

TIPOS DE PEDRAS NOS RINS

Os cálculos urinários mais comuns são os constituídos de oxalato de cálcio e correspondem a mais de 75% dos casos. Em seguida vem os cálculos renais constituídos de ácido úrico e os de tipo misto. Os demais tipos de cálculos são mais raros.

CONSEQÜÊNCIAS QUE UMA PEDRA NOS RINS PODE CAUSAR

Quando uma pedra é formada no rim ela pode causar diferentes tipos de situação. É possível permanecer no local de origem durante bastante tempo (meses ou anos) sem causar nenhum problema. Pode acontecer o crescimento da pedra levando a obstrução do fluxo urinário. Quando a obstrução ocorre, pode surgir uma dor súbita na região lombar (onde se localiza o rim afetado), de forte intensidade, muitas vezes acompanhada de náuseas e vômitos e que leva a pessoa a procurar um pronto socorro. A pedra pode, também, ser expelida naturalmente junto com a urina, sem ser percebida ou sentida. Finalmente, os cálculos urinários podem causar infecções urinárias e serem descobertos apenas pelas manifestações destas infecções. A situação mais comum é aquela onde existe um cálculo renal pequeno, com ou sem dor, eliminável pelas vias naturais, sem infecção.

DIAGNÓSTICO
 

 

Quando um médico suspeita que um paciente possa ser portador de cálculos urinários, solicita exames que possam comprovar esta hipótese. Entre estes exames pode-se citar a ultra-sonografia, a radiografia dos rins (urografia excretora) e o exame de urina. Estes exames têm como objetivo localizar a pedra, determinar como está o fluxo urinário (se houver acúmulo de urina as vias urinárias podem ficar dilatadas, um fenômeno chamado de hidronefrose) e verificar se já existe infecção.

 

 

 

 

CURIOSIDADE

 

As pedras podem ser tão pequenos quanto grãos de areia e serem eliminados do organismo na urina sem causar qualquer desconforto, como também podem ser do tamanho de uma ervilha ou até maiores, causando sintomas extremamente incômodos. A maior pedra no rim já retirada de um ser humano tinha aproximadamente 13cm.

 

Pedra no Rim

Vilas Ghuge, indiano de 37 anos, teve seu rim de 9cm totalmente tomado por uma Pedra.

 

 

 

COMO TRATAR O PROBLEMA DE PEDRA NOS RINS

 

Uma alimentação saudável e a ingestão de muito líquido (preferencialmente água), pode ajudar muito nesse sentido.

 

Em muitos casos, um cálculo renal pequeno pode eventualmente ser eliminado pela urina por si só, especialmente se a pessoa bebe bastante líquido. Mas o ideal é sempre buscar tratamento adequado. Mesmo sabendo que os cálculos renais trazem riscos imprevisíveis para o organismo, muitos médicos recomendam que a pessoa permaneça em casa, aliviando a dor com analgésicos (Voltaren, Arcoxia, Profenid, Feldene, etc) e antiespasmódicos (Buscopan). 

 

 

ESTOU TENDO UMA CÓLICA RENAL e agora? O que fazer em caso de desespero?

 

Ir rapidamente até o hospital mais próximo! É a solução mais apropriada, uma vez que a automedicação não é recomendada e, no caso de cólicas renais, ineficiente na maioria dos casos. Nos momentos de crise, pode não haver remédio que ajude senão ser levado a um pronto-socorro e tomar Voltaren, Profenid, Tramal ou algum outro medicamento na veia. O uso de Buscopan via oral, para as dores abdominais, pode ajudar, mas muitas vezes não resolve, principalmente nos momentos de dor mais intensa.

 

Use água quente! Para alívio imediato, em alguns casos, tenha sempre em mãos uma bolsa de água quente. Alternativamente, deixe a água do chuveiro cair diretamente sobre a região da dor por alguns minutos. A água quente ajudará a dilatar os vasos sangüíneos e a relaxar os músculos, fazendo com que a pedra tenha mais espaço e desta forma não incomode tanto. Isso geralmente alivia a dor por alguns instantes.

 

Não beba nada gelado! A bebida gelada faz o efeito contrário da bolsa de água quente, dificultando ainda mais a movimentação da pedra e consequentemente causando mais dor que o necessário.

 

 

NO HOSPITAL

 

No momento de uma cólica renal, o primeiro objetivo dos médicos é sempre aliviar a dor do paciente, o que pode-se  fazer com analgésicos e antiespasmódicos. Como já comentado em parágrafos anteriores, muitas pedras pequenas serão eliminadas espontaneamente pelo paciente. Outras podem necessitar de um tratamento específico. Cálculos de ácido úrico podem ser tratados clinicamente com grande ingestão de água, alcalinizantes da urina e substâncias que interferem na sua formação. Os cálculos de oxalato de cálcio necessitam de outros tipos de tratamentos e medicamentos.

 

Muito comum também é a litotripsia extracorpórea, que utiliza ondas de choque para fragmentar o cálculo em pequenas partes. As pedras também podem ser retiradas através de tubos chamados endoscópios, os quais são finos e possuem iluminação na extremidade. Podem ser colocados da uretra em direção ao rim e com pinças especiais ou em associação com litotripsia os cálculos são removidos.

 

Os métodos modernos não estão livres de complicações e podem não ser efetivos, necessitando a complementação de outra modalidade de tratamento. É muito comum a litotripsia não quebrar totalmente o cálculo, sendo necessário retirar os fragmentos restantes através de outro método.

 

Caso uma litíase requeira tratamento médico, o objetivo deste será remover completamente a pedra que foi diagnosticada. O método de tratamento normalmente é selecionado de acordo com o local em que a pedra se encontra e critérios particulares de cada médico. Os tratamentos convencionais são:

 

Se for nos rins - os métodos podem ser a litotripsia de onda de choque (um método não invasivo que utiliza energia para quebrar a pedra); litotripsia Percutânea (a energia é aplicada diretamente sobre a pedra através de um endoscópio que é inserido no rim); cirurgia tradicional com incisão; ou laparoscopia.

 

Se for no ureter - os métodos podem ser a litotripsia de ondas de choque; litotripsia endoscópica; remoção endoscópica; cirurgia tradicional com incisão; ou laparoscopia.

 

Se for na bexiga - os métodos podem ser a extração endoscópica ou litotripsia; cirurgia tradicional com incisão.

 

 

Tudo sobre pedra nos rins.

Você tem pedras nos rins?

O que é Pedra nos Rins

 

 

COMPOSIÇÃO DOS CÁLCULOS RENAIS

 

 

Cálcio

 

A grande maioria dos cálculos renais são constituídos de cálcio e oxalato. Entretanto a sua restrição dietética não é aconselhável, na grande maioria dos casos, ao contrário do que se praticava até recentemente. A baixa ingestão de cálcio poderá favorecer a formação de cálculos renais e manter o problema, causando reincidências. A provável explicação para este mecanismo é consequência de que há na luz intestinal uma maior liberação de oxalato para ser absorvido. Esta maior absorção de oxalato levaria a uma maior excreção do mesmo, favorecendo a supersaturação e a formação de cristais de oxalato de cálcio, iniciando-se assim toda a cascata fisiopatogênica da litíase renal. Na presença de maiores quantidades de cálcio, o oxalato se liga a este, e ambos são então excretados pelas fezes. A baixa ingestão de cálcio causa também maiores riscos de osteoporose, uma vez que a excreção renal do cálcio é mantida, mesmo com baixos níveis deste nutriente e assim estes indivíduos têm um balanço negativo de cálcio, além de apresentarem níveis elevados de calcitriol.

 

 

Sódio

 

A excreção urinária aumentada de sódio se associa com a elevação também de cálcio urinário, provavelmente devido a uma competição na absorção entre esses minerais ao longo do túbulo renal. Interessante notar que Goldfarb sugeriu que indivíduos com nefrolitíase são mais sensíveis ao efeito hipercalciúrico do sódio dietético. Outro fator importante é a relação inversa entre fósforo plasmático e o sódio urinário, ou seja a hipernatriúria se associa a hipofosfatemia o que poderia levar a outros mecanismos litogênicos, como aumento do calcitriol plasmático e consequente hipercalciúria.

 

 

Potássio

 

Foi também observado no trabalho de Curhan e cols., que no grupo de indivíduos que ingeriu pouco potássio (2,8g/dia), o risco de desenvolver cálculos renais era significativamente maior de que quando comparado ao grupo de homens que ingeriu muito potássio (4,1g/dia). Ao que parece a presença de potássio diminuiria a excreção de cálcio urinário, além de que os alimentos ricos neste mineral tendem a ser alcalinos, o que aumentaria o citrato urinário.

 

 

Oxalato

 

O oxalato urinário parece ser mais importante do que o cálcio para a formação de cálculos, uma vez que pequenos aumentos na concentração de oxalato levam a saturação urinária e conseqüente formação de cristais, iniciando-se assim toda a cascata fisiopatogênica da nefrolitíase. O oxalato proveniente da dieta contribui com apenas 10 a 20% da excreção do oxalato urinário. Para que possa ocorrer hiperoxalúria decorrente da dieta, seria necessária, na grande maioria das vezes, uma ingestão exagerada de alimentos muito ricos em oxalato, o que é raro na nossa população. É, no entanto, importante correlacionar-se a ingestão de oxalato com a sua excreção urinária, antes de se definir a orientação nutricional com restrição ou não de alimentos ricos em oxalato. Outro aspecto importante do metabolismo do oxalato é a sua excreção aumentada na presença de altas doses de vitamina C. Nos dias de hoje, aonde parece haver uma tendência ao uso exagerado de megadoses de vitamina C deve-se chamar a atenção para este fenômeno, uma vez que 40% do oxalato urinário se origina do ascorbato dietético, sendo que 1 mg de oxalato é produzido a partir de 1 g de ascorbato, 12 mg a partir de 4 mg e 68 mg a partir de 9 mg, respectivamente.

 

 

Magnésio

 

Parece que o magnésio interfere na formação de cristais de oxalato de cálcio através de um mecanismo não conhecido.

 

 

Fósforo

 

Este elemento causa muita confusão na cabeça dos portadores de pedra nos rins e até de alguns médicos. O fósforo na verdade é um nome genérico dado a diversos tipos de fosfatos e suas combinações. Existem fosfatos tóxicos e atoxicos, fosfatos que causam problemas de saúde (como os cálculos renais) e fosfatos que são necessários ao organismo e extremamente benéficos à saúde. Os fosfatos causadores de cálculos renais são apenas dois: fosfato amoníaco magnesiano (estruvita) e o fosfato de cálcio (cálcico). Nos Estados Unidos alguns fosfatos tem sido utilizados no tratamento de litíase com bastante sucesso.

 

 

Proteínas

 

Existem vários estudos de grupos que consumiram pequena quantidade de proteína animal (50g/dia). Foi observado que estes grupos apresentaram um risco significativamente menor de formação de cálculos quando comparado com grupos que ingeriram uma quantidade maior de proteínas (77g/dia). Sabidamente, a ingestão de proteína irá causar um aumento da massa renal, a carga de sulfato filtrado na urina irá aumentar e consequentemente se desenvolve uma acidose metabólica. O aumento da massa renal irá aumentar o calcitriol plasmático levando a um aumento da absorção intestinal de cálcio com consequente aumento da carga de cálcio filtrada e a hipercalciúria pós prandial. Por outro lado, o aumento da carga de sulfato filtrado na urina irá se adicionar com o cálcio urinário dificultando sua absorção tubular levando consequentemente a hipercalciúria de jejum. A acidose metabólica que se desenvolve causará hipocitratúria, diminuição da absorção tubular de cálcio levando a hipercalciúria em 24 horas. Além disso, a acidose metabólica levará a um quadro de osteopenia por aumentar a reabsorção óssea. O excesso de proteína animal aumentará também a secreção de acido úrico urinário. Dessa forma teremos vários fatores que irão contribuir para a formação de cálculos renais a saber: hipercalciúria, hiperuricosúria e hipocitratúria.

 

 

Purinas

 

Quando ocorre um excesso dietético das purinas, capaz de levar a hiperuricosúria, isto poderá induzir a cristalização de cristais de urato ou mesmo de sais de cálcio iniciando-se assim a formação de cálculos homogêneos ou heterogêneos. Vários estudos sugerem que pacientes hiperuricosúricos apresentam uma ingestão maior de carnes, peixes e aves e que após a redução destes alimentos o estado de hiperuricosúria desaparece.

 

 

Carboidratos

 

Tem sido demonstrado que o consumo de carboidratos, como a glicose, poderia elevar a excreção urinária de cálcio e oxalato. O mecanismo pelo qual este efeito se verifica ainda não está totalmente definido. Acredita-se que o excesso de carboidratos na alimentação diminuiria a absorção de fosfato intestinal, levando a hipofosfatemia e conseqüente aumento do calcitriol plasmático implicando em aumento da absorção intestinal de cálcio e simultâneo aumento de absorção de oxalato. Parece, também, que os carboidratos estimulariam a síntese endógena de oxalato, que será posteriormente, excretado na urina. Além do mais, muitos alimentos ricos em carboidratos são também ricos em oxalato.

 

 

Fibras vegetais

 

A ingestão de fibras no mundo ocidental tem diminuído progressivamente. O seu papel na gênese da nefrolitíase parece ser via metabolismo do citrato, uma vez que existe uma correlação positiva entre a baixa excreção de citrato e a baixa ingestão de fibras. Uma outra possibilidade seria de que as fibras se ligariam ao cálcio no trato gastrointestinal, diminuindo a absorção intestinal deste mineral e conseqüente diminuição da excreção renal. Alguns trabalhos têm mostrado a direta correlação entre prevalência aumentada de litíase renal e baixa ingestão de fibras.

 

 

Gorduras

 

O exato mecanismo pelo qual a ingestão de gorduras seria mais um dos fatores litogênicos ainda parece obscuro. Na realidade, o que se sabe é que aqueles indivíduos que ingerem grande quantidade de gorduras são em geral consumidores de grande teores de proteínas. Simultaneamente, consomem também pequenas quantidades de fibras. No entanto, parece haver um mecanismo direto entre a absorção de oxalato e de cálcio e a presença de gorduras. A excessiva ingestão de gorduras causaria um aumento de ácidos graxos livres intestinais, estes se combinariam com o cálcio, diminuindo assim a concentração deste mineral na luz intestinal com conseqüente diminuição de sua disponibilidade para se unir ao oxalato. Logo, haveria um aumento de oxalato livre para ser absorvido.

 

 

 

PREVENÇÃO

 

Você já teve pedra nos rins? Se sim, então preste muita atenção na prevenção. Quem já teve pedra nos rins, sempre estará susceptível à formação de novas pedras. A taxa de recorrência é de 10% no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60% em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de prevenção.

 

O principal conselho médico para pessoas que tem pedra nos rins é o de beber 2-3 litros de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína animal, principalmente a da carne vermelha. Sendo assim, como método de prevenção, também recomenda-se a ingestão de bastante água diariamente.

 

Para os cálculos de estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua remoção é importante manter a urina livre da bactéria que pode causar a infecção. Exames de urina regulares são indicados para monitorar a presença da bactéria da urina.

 

 

 

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