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Pessoas que têm uma história familiar de pedras nos rins
são mais propensos a desenvolver este problema urológico
do que outros. Muitas vezes, as pessoas tem dificuldade
de fazer um auto diagnóstico dos sintomas. Isto é
principalmente porque fora a temida cólica renal, os
outros sinais podem não parecer tão específicos e
facilmente identificáveis.
Os sintomas de pedras nos rins em crianças
A incidência de pedras nos rins em crianças é menor do
que em adultos. Na maioria dos casos, as crianças
afetadas têm uma história médica do estado de saúde,
que, indiretamente, provoca a formação de pedra nos
rins. No entanto, algumas crianças possuem esta desordem
do trato urinário sem razões específicas e
pré-conhecidas. Os sintomas de pedra nos rins em
crianças são dor lombar, dor abdominal, urgência para
urinar , dor ao urinar e às vezes, sangue na urina. Em
bebês pequenos, embora ainda mais raro, os sintomas
podem ser choro contínuo durante a micção.
Os sintomas de pedras nos rins em Homens adultos
De acordo com dados médicos, a taxa de ocorrência de
pedras nos rins em homens é maior do que nas mulheres. À
medida que uma pedra no rim bloqueia ou perturba o fluxo
normal da urina, normalmente ocorrem as cólicas renais.
O resultado é uma dor exagerada na zona abdominal, que
pode se irradiar para os testículos e para a região da
virilha. Fora as cólicas renais, sintomas comuns de
pedra nos rins nos homens são náuseas, vômitos, sensação
de queimação na virilha, pontadas nas costas e vontade
freqüente de urinar.
Os sintomas de pedras nos rins em Mulheres adultas
A maioria das mulheres com pedra nos rins estão entre 30
e 50 anos. No entanto, não é incomum uma mulher
desenvolver este problema urinário entre os 20 e os 30
anos. Os sintomas de pedra nos rins nas mulheres não são
diferentes dos sinais de desconforto experimentado por
pacientes do sexo masculino que possuem pedra nos rins.
Estes sintomas também incluem dor nas costas, dor renal
(cólica renal associada), necessidade freqüente de
urinar, sangue na urina e dor ao urinar. Muitas vezes,
dor abdominal e desconforto são observados durante a
menstruação. Falando sobre os sintomas de pedras nos
rins durante a gravidez, a mesma dor e desconforto são
condições que se manifestam em mulheres grávidas.
Em geral
Se a urina acompanhar febre,
mal-cheiro e dor, é grande a possibilidade da pessoa
estar com pedra nos rins, podendo inclusive ser pedras
infecciosas. Tal condição deve ser tratada o mais
rapidamente possível. Felizmente, a maioria das pedras
nos rins podem ser tratadas de forma terapêutica, com o
uso de medicamentos e substâncias que auxiliem a
eliminação ou sua diluição. No entanto, para aqueles
pacientes com sintomas de longa duração de pedras nos
rins, o médico pode recomendar a cirurgia não-invasiva
para tratamento de pedra nos rins. Com o avanço na área
médica, os fatores desencadeantes para formação de pedra
podem ser identificados. Em suma , a incidência de pedra
nos rins recorrente pode ser evitada com alguns cuidados
e atenção por parte do paciente, especialmente em termos
de dieta e hábitos de vida.
SOBRE A COMPOSIÇÃO
DOS CÁLCULOS RENAIS
Cálcio
A grande maioria dos cálculos renais são constituídos de
cálcio e oxalato. Entretanto a sua restrição dietética
não é aconselhável, na grande maioria dos casos, ao
contrário do que se praticava até recentemente. A baixa
ingestão de cálcio poderá favorecer a formação de
cálculos renais e manter o problema, causando
reincidências. A provável explicação para este mecanismo
é conseqüência de que há na luz intestinal uma maior
liberação de oxalato para ser absorvido. Esta maior
absorção de oxalato levaria a uma maior excreção do
mesmo, favorecendo a supersaturação e a formação de
cristais de oxalato de cálcio, iniciando-se assim toda a
cascata fisiopatogênica da litíase renal. Na presença de
maiores quantidades de cálcio, o oxalato se liga a este,
e ambos são então excretados pelas fezes. A baixa
ingestão de cálcio causa também maiores riscos de
osteoporose, uma vez que a excreção renal do cálcio é
mantida, mesmo com baixos níveis deste nutriente e assim
estes indivíduos têm um balanço negativo de cálcio, além
de apresentarem níveis elevados de calcitriol.
Sódio
A excreção urinária aumentada de sódio se associa com a
elevação também de cálcio urinário, provavelmente devido
a uma competição na absorção entre esses minerais ao
longo do túbulo renal. Interessante notar que Goldfarb
sugeriu que indivíduos com nefrolitíase são mais
sensíveis ao efeito hipercalciúrico do sódio dietético.
Outro fator importante é a relação inversa entre fósforo
plasmático e o sódio urinário, ou seja a hipernatriúria
se associa a hipofosfatemia o que poderia levar a outros
mecanismos litogênicos, como aumento do calcitriol
plasmático e consequente hipercalciúria.
Potássio
Foi também observado no trabalho de Curhan e cols., que
no grupo de indivíduos que ingeriu pouco potássio
(2,8g/dia), o risco de desenvolver cálculos renais era
significativamente maior de que quando comparado ao
grupo de homens que ingeriu muito potássio (4,1g/dia).
Ao que parece a presença de potássio diminuiria a
excreção de cálcio urinário, além de que os alimentos
ricos neste mineral tendem a ser alcalinos, o que
aumentaria o citrato urinário.
Oxalato
O oxalato urinário parece ser mais importante do que o
cálcio para a formação de cálculos, uma vez que pequenos
aumentos na concentração de oxalato levam a saturação
urinária e conseqüente formação de cristais,
iniciando-se assim toda a cascata fisiopatogênica da
nefrolitíase.
O oxalato proveniente da dieta contribui com apenas 10 a
20% da excreção do oxalato urinário. Para que possa
ocorrer hiperoxalúria decorrente da dieta, seria
necessária, na grande maioria das vezes, uma ingestão
exagerada de alimentos muito ricos em oxalato, o que é
raro na nossa população. É, no entanto, importante
correlacionar-se a ingestão de oxalato com a sua
excreção urinária, antes de se definir a orientação
nutricional com restrição ou não de alimentos ricos em
oxalato.
Outro aspecto importante do metabolismo do oxalato é a
sua excreção aumentada na presença de altas doses de
vitamina C. Nos dias de hoje, aonde parece haver uma
tendência ao uso exagerado de megadoses de vitamina C
deve-se chamar a atenção para este fenômeno, uma vez que
40% do oxalato urinário se origina do ascorbato
dietético, sendo que 1 mg de oxalato é produzido a
partir de 1 g de ascorbato, 12 mg a partir de 4 mg e 68
mg a partir de 9 mg, respectivamente.
Magnésio
Parece que o magnésio interfere na formação de cristais
de oxalato de cálcio através de um mecanismo não
conhecido.
Fósforo
Este elemento causa muita confusão na cabeça dos
portadores de pedra nos rins e até de alguns médicos. O
fósforo na verdade é um nome genérico dado a diversos
tipos de fosfatos e suas combinações. Existem fosfatos tóxicos e atoxicos, fosfatos que causam problemas de saúde (como
os cálculos renais) e fosfatos que são necessários ao
organismo e extremamente benéficos à saúde. Os fosfatos
causadores de cálculos renais são apenas dois: fosfato
amoníaco magnesiano (estruvita) e o fosfato de cálcio (cálcico).
Diversos trabalhos científicos demonstram que pedras nos
rins também podem ser tratadas (dissolvidas) com o uso
de alguns fosfatos benéficos a saúde quando combinados
(ortopolifosfatos e hexafosfatos - PO4 reativos, fosfatos condensados,
hidrolisaveis). No Brasil o único produto encontrado com
esta função é o NQI, vendido como suplemento alimentar,
mas que tem sido muito utilizado para dissolver os
cálculos renais. Este suplemento realmente dissolve as
pedras nos rins sem nenhum efeito colateral, além de
normalizar o metabolismo e gerar outros benefícios a
saúde.
Proteínas
Existem vários estudos de grupos que consumiram pequena
quantidade de proteína animal (50g/dia). Foi observado
que estes grupos apresentaram um risco
significativamente menor de formação de cálculos quando
comparado com grupos que ingeriram uma quantidade maior
de proteínas (77g/dia). Sabidamente, a ingestão de
proteína irá causar um aumento da massa renal, a carga
de sulfato filtrado na urina irá aumentar e consequentemente se desenvolve uma acidose metabólica. O
aumento da massa renal irá aumentar o calcitriol
plasmático levando a um aumento da absorção intestinal
de cálcio com consequente aumento da carga de cálcio
filtrada e a hipercalciúria pós prandial. Por outro
lado, o aumento da carga de sulfato filtrado na urina
irá se adicionar com o cálcio urinário dificultando sua
absorção tubular levando consequentemente a
hipercalciúria de jejum.
A acidose metabólica que se desenvolve causará
hipocitratúria, diminuição da absorção tubular de cálcio
levando a hipercalciúria em 24 horas. Além disso, a
acidose metabólica levará a um quadro de osteopenia por
aumentar a reabsorção óssea. O excesso de proteína
animal aumentará também a secreção de acido úrico
urinário. Dessa forma teremos vários fatores que irão
contribuir para a formação de cálculos renais a saber:
hipercalciúria, hiperuricosúria e hipocitratúria.
Purinas
Quando ocorre um excesso dietético das purinas, capaz de
levar a hiperuricosúria, isto poderá induzir a
cristalização de cristais de urato ou mesmo de sais de
cálcio iniciando-se assim a formação de cálculos
homogêneos ou heterogêneos. Vários estudos sugerem que
pacientes hiperuricosúricos apresentam uma ingestão
maior de carnes, peixes e aves e que após a redução
destes alimentos o estado de hiperuricosúria desaparece.
Carboidratos
Tem sido demonstrado que o consumo de carboidratos, como
a glicose, poderia elevar a excreção urinária de cálcio
e oxalato. O mecanismo pelo qual este efeito se verifica
ainda não está totalmente definido. Acredita-se que o
excesso de carboidratos na alimentação diminuiria a
absorção de fosfato intestinal, levando a hipofosfatemia
e conseqüente aumento do calcitriol plasmático
implicando em aumento da absorção intestinal de cálcio e
simultâneo aumento de absorção de oxalato. Parece,
também, que os carboidratos estimulariam a síntese
endógena de oxalato, que será posteriormente, excretado
na urina. Além do mais, muitos alimentos ricos em
carboidratos são também ricos em oxalato.
Fibras vegetais
A ingestão de fibras no mundo ocidental tem diminuído
progressivamente. O seu papel na gênese da nefrolitíase
parece ser via metabolismo do citrato, uma vez que
existe uma correlação positiva entre a baixa excreção de
citrato e a baixa ingestão de fibras. Uma outra
possibilidade seria de que as fibras se ligariam ao
cálcio no trato gastrointestinal, diminuindo a absorção
intestinal deste mineral e conseqüente diminuição da
excreção renal. Alguns trabalhos têm mostrado a direta
correlação entre prevalência aumentada de litíase renal
e baixa ingestão de fibras.
Gorduras
O exato mecanismo pelo qual a ingestão de gorduras seria
mais um dos fatores litogênicos ainda parece obscuro. Na
realidade, o que se sabe é que aqueles indivíduos que
ingerem grande quantidade de gorduras são em geral
consumidores de grande teores de proteínas.
Simultaneamente, consomem também pequenas quantidades de
fibras. No entanto, parece haver um mecanismo direto
entre a absorção de oxalato e de cálcio e a presença de
gorduras. A excessiva ingestão de gorduras causaria um
aumento de ácidos graxos livres intestinais, estes se
combinariam com o cálcio, diminuindo assim a
concentração deste mineral na luz intestinal com
conseqüente diminuição de sua disponibilidade para se
unir ao oxalato. Logo, haveria um aumento de oxalato
livre para ser absorvido.
COMO TRATAR O PROBLEMA DE PEDRA NOS
RINS
Uma alimentação
saudável e a ingestão de muito líquido
(preferencialmente água), pode ajudar muito nesse
sentido.
Estudos laboratoriais e inúmeros casos clínicos mostram
que atualmente um dos melhores métodos de
prevenção e tratamento de pedra nos rins
é o uso de um suplemento considerado antioxidante e
solubilizante, que elimina os minerais depositados no
organismo, dissolve os cálculos renais e normaliza as
funções metabólicas. Este produto tem o nome de
NQI, um suplemento mineral que não possui
contra-indicações, não causa efeitos colaterais e
em mais de 90% dos casos dissolve totalmente as pedras.
Em muitos casos, um cálculo renal pequeno pode
eventualmente ser eliminado pela urina por si só,
especialmente se a pessoa bebe bastante líquido. Mesmo
sabendo que os cálculos renais trazem riscos
imprevisíveis para o organismo, muitos médicos
recomendam que a pessoa permaneça em casa, aliviando a dor com analgésicos (Voltaren,
Arcoxia, Profenid, Feldene, etc) e antiespasmódicos (Buscopan).
ESTOU TENDO UMA CÓLICA RENAL e agora? O que fazer
em caso de desespero?
Ir rapidamente até o hospital mais próximo!
É a solução mais apropriada, uma vez que a automedicação
não é recomendada e, no caso de cólicas renais,
ineficiente na maioria dos casos. Nos momentos de crise,
pode não haver remédio que ajude senão ser levado a um
pronto-socorro e tomar Voltaren, Profenid, Tramal ou
algum outro medicamento na veia. O uso de Buscopan via
oral, para as dores abdominais, pode ajudar, mas muitas
vezes não resolve, principalmente nos momentos de dor
mais intensa.
Use água quente! Para alívio imediato,
em alguns casos, tenha sempre em mãos uma bolsa de água
quente. Alternativamente, deixe a água do chuveiro cair
diretamente sobre a região da dor por alguns minutos. A
água quente ajudará a dilatar os vasos sangüíneos e a
relaxar os músculos, fazendo com que a pedra tenha mais
espaço e desta forma não incomode tanto. Isso geralmente
alivia a dor por alguns instantes.
Não beba nada gelado! A bebida gelada
faz o efeito contrário da bolsa de água quente,
dificultando ainda mais a movimentação da pedra e
consequentemente causando mais dor que o necessário.
NO HOSPITAL
No momento de uma cólica
renal, o primeiro objetivo dos médicos é sempre aliviar
a dor do paciente, o que pode-se fazer com analgésicos
e antiespasmódicos. Como já comentado em parágrafos
anteriores, muitas pedras pequenas serão eliminadas
espontaneamente pelo paciente. Outras podem necessitar
de um tratamento específico. Cálculos de ácido úrico
podem ser tratados clinicamente com grande ingestão de
água, alcalinizantes da urina e substâncias que
interferem na sua formação. Os cálculos de oxalato de cálcio
dificilmente se dissolvem dessa maneira.
No caso dos cálculos de oxalato de cálcio, o único
produto capaz de dissolvê-los é o NQI. Como este produto
tem se mostrado eficaz para dissolver todo tipo de
cálculo renal em mais de 90% dos casos acompanhados, tem
se tornado uma das melhores opções de tratamento
alternativo.
Muito comum também é a litotripsia
extracorpórea, que utiliza ondas de choque para
fragmentar o cálculo
em pequenas partes. As
pedras também podem ser retiradas através de tubos
chamados endoscópios, os quais são finos e possuem
iluminação na extremidade. Podem ser colocados da uretra
em direção ao rim e com pinças especiais ou em
associação com litotripsia os cálculos são removidos.
Os métodos modernos não estão livres de complicações e
podem não ser efetivos, necessitando a complementação de
outra modalidade de tratamento. É muito comum a
litotripsia não quebrar totalmente o cálculo, sendo necessário
retirar os fragmentos restantes através de outro método.
Caso uma litíase requeira
um tratamento, o objetivo deste será remover
completamente a pedra que foi diagnosticada. O método de
tratamento normalmente é selecionado de acordo com o
local em que a pedra se encontra e critérios
particulares de cada médico. Os tratamentos
convencionais são:
Se for nos rins - os
métodos podem ser a litotripsia de onda de choque (um
método não invasivo que utiliza energia para quebrar a
pedra); litotripsia Percutânea (a energia é aplicada
diretamente sobre a pedra através de um endoscópio que é
inserido no rim); cirurgia tradicional com incisão; ou
laparoscopia.
Se for no ureter - os
métodos podem ser a litotripsia de ondas de choque;
litotripsia endoscópica; remoção endoscópica; cirurgia
tradicional com incisão; ou laparoscopia.
Se for na bexiga - os
métodos podem ser a extração endoscópica ou litotripsia;
cirurgia tradicional com incisão.
Tratamento Alternativo - o suplemento natural e
sem contra-indicações mais indicado para dissolver cálculos
renais é o
NQI.
Segundo relatos de médicos, terapeutas e usuários do
produto, a eficácia é realmente impressionante.
O
produto
elimina o depósito de sais
minerais nos rins e em qualquer outra parte do aparelho
urinário, neutralizando a formação do cálculo renal. Nos casos em que a pessoa já apresenta
o quadro (possui cálculo renal), o produto tem se
mostrado muito eficaz para dissolver as pedras,
eliminando o problema sem intervenção cirúrgica ou
Litotripsia. Em geral os terapeutas e médicos que atuam com
métodos naturais são os que conhecem melhor o produto e recomendam
seu uso. Como o suplemento ainda normaliza o metabolismo,
após os cálculos renais serem eliminados,
também é possível
evitar que eles venham a se formar novamente com o uso
contínuo
do
NQI.
PREVENÇÃO
Você já teve pedra nos
rins? Se sim, então preste muita atenção na prevenção.
Quem já teve pedra nos rins, sempre estará susceptível à
formação de novas pedras. A taxa de recorrência é de 10%
no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60%
em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de
prevenção.
O principal conselho médico para
pessoas que tem pedra nos rins é o de beber 2-3 litros
de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína
animal, principalmente a da carne vermelha. Sendo assim,
como método de prevenção, também recomenda-se a ingestão
de bastante água diariamente.
Diversos terapeutas e médicos
que adotam tratamentos alternativos e a medicina natural, recomendam o uso do
suplemento natural
NQI, que mantem
normalizadas as funções metabólicas do organismo.
Para os cálculos de
estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua
remoção é importante manter a urina livre da bactéria
que pode causar a infecção. Exames de urina regulares
são indicados para monitorar a presença da bactéria da
urina.
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Pedra
nos Rins Mentiras e Verdades.
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