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MEMÓRIA

Saiba mais sobre a memória e aprenda como melhorá-la

 

“Só não esquece a cabeça porque está grudada no pescoço”. Você costuma ouvir esse tipo de comentário? Bem, isso nem sempre pode significar que você está com problemas graves de memória. Você sofre de um mal comum na sociedade: o esquecimento. Diariamente maridos esquecem os aniversários das esposas, as mães esquecem de pagar a escola do filho e algum motorista deixa o farol do carro ligado no estacionamento. Mas por que isso acontece? O esquecimento é só um lapso de memória, uma falha causada pela desatenção pessoal. E isso só ocorre porque às vezes não damos atenção aos pequenos detalhes da rotina ou da matéria que estamos estudando.

 

Tudo isso, é claro, depende do bom funcionamento da memória e esses fatores estão ligados a outros detalhes, simples ou complexos.

 

 

 

 

O que nos faz lembrar de uma detalhada história ocorrida no passado? Como deixamos fluir naturalmente as frases complicadas de longas canções? Por que nunca nos esquecemos de como se dirige um automóvel?

 

Nestes exemplos, a memória surge como um processo de retenção de informações no qual nossas experiências são arquivadas e recuperadas quando as chamamos. É uma função cerebral superior relacionada ao processo de retenção de informações obtidas em experiências vividas.

 

O termo  memória tem sua origem etmológica no latim e significa a faculdade de reter e /ou readquirir idéias, imagens, expressões e conhecimentos adquiridos anteriormente reportando-se às lembranças, reminiscências.

 

A memória é uma faculdade cognitiva extremamente importante porque ela  forma a base para a aprendizagem. Se não houvesse uma forma de armazenamento mental de representações do passado, não teríamos uma solução para tirar proveito da experiência. Assim, a memória
envolve um complexo mecanismo que abrange o arquivo e a recuperação de experiências, portanto, está intimamente associada à aprendizagem, que é a habilidade de mudarmos o nosso comportamento através das experiências que foram armazenadas na memória; em outras palavras, a aprendizagem é a aquisição de novos conhecimentos e a memória é a retenção daqueles conhecimentos aprendidos.

 

Esta intrigante faculdade mental forma a base de nosso conhecimento, estando envolvida com nossa orientação no tempo e no espaço e nossas habilidades intelectuais e mecânicas.

 

Assim, aprendizagem e memória são o suporte para todo o nosso conhecimento, habilidades e planejamento, fazendo-nos considerar o passado, nos situarmos no presente e prevermos o futuro.

 

Capacidades

 

Há quem diga que a memória é como um músculo, que cresce sempre que exercitado. Realmente, os especialistas confirmam que a memória funciona cada vez melhor se for treinada. Mas a capacidade de armazenar informações está ligada principalmente a dois fatores:


1) Capacidade física do cérebro de absorver e reter informações.
 

2) Capacidade de organizar informações complexas durante o processo de aprendizagem e isso está diretamente ligado à inteligência.
 

Sono

 

Um detalhe importante é que a memória está próxima dos processos biológicos do organismo, ela é seletiva e esse seu caráter mantém um processo interativo com determinadas fases do sono. Durante o sono profundo adquirimos a memória de longo prazo, que é armazenada em uma parte do cérebro conhecida como córtex e tem capacidade ilimitada. Já no hipocampo armazenamos a memória de curto prazo, aquela informação corriqueira (como um número qualquer de telefone ou os algarismos de uma equação feita de cabeça) que guardamos só durante o período necessário e depois descartamos. É por isso que a memória tem de ser modificada a cada instante, para que não sejam armazenadas informações desnecessárias.

 

Organização

 

A boa memória depende do nível de inteligência geral, da habilidade verbal e do interesse no que está aprendendo. Portanto, se você não gosta de matemática e não se esforça para aprender, dificilmente os conceitos da matéria ficarão armazenados na sua memória. Além disso, para quem está em maratona pré-vestibular, é preciso encarar a memória como um “grande arquivo”, constituída por pura organização pessoal. Então, para que você consiga armazenar a avalanche de informações diárias que recebe é necessário organizar-se, anotar as idéias, utilizar alguns mecanismos e revisar constantemente a matéria. Veja abaixo algumas dicas para exercitar sua memória e como evitar que ela se torne falha e preguiçosa.

 

 

Dicas valiosas para melhorar sua memória

 

Exercite-se

Xadrez - É um ótimo exercício para a memória, pois exige bastante dela. Já reparou que um bom jogador de xadrez nunca esquece suas jogadas?

 

Atenção

A memória para determinado fato está relacionada à importância que lhe atribuímos e isso pode ser chamado de atenção. A atenção aos detalhes facilita a memorização e é um fator fundamental para aquisição de novas informações.

 

Alimentação

Algumas vitaminas são essenciais para o bom funcionamento da memória como a tiamina, o ácido fólico e a vitamina B12, que podem ser encontradas em pães, cereais, legumes e frutas. A água também é indispensável, pois a desidratação pode levar à confusão e outros problemas de pensamento.

 

Sono

Uma boa noite de sono ajuda a armazenar o que foi aprendido no dia, na memória de longo prazo.

 

Links Mentais

Fazer links mentais relacionando idéias ou conceitos em fatos inusitados pode ajudar a memorizá-los com mais facilidade. Nossa mente memoriza melhor o que é diferente, curioso.

 

Desintoxicação

Procurar um tratamento ortobiomolecular para uma desintoxicação do organismo pode ajudar, além de fornecer uma reeducação alimentar. Isso porque a boa memória está relacionada também ao bom funcionamento do metabolismo ou a problemas bioquímicos (excesso de chumbo ou mercúrio no organismo, por exemplo).

 

Análise Individual

Relacionar assuntos novos com o que já aprendeu e analisar o que está sendo estudado e chegar a conclusões sozinho ajuda a memorizar o conceito.

 

Revisão

Revisar uma matéria aumenta exponencialmente a chance de se lembrar dela posteriormente. E mais, relendo um conteúdo há também a repetição do estímulo nervoso de arquivamento da informação e, com isso, a memorização é mais certa.

 

Mecanismos

Certos mecanismos, como os Mnemônicos, ajudam a desenvolver a memória por meio de princípios artificiais de organização, como as rimas para o ensino de crianças: “um - dois, feijão com arroz...”. As palavras-chave também são mecanismos mnemônicos que auxiliam na memorização de conceitos. Outro mecanismo é o sistema visual-simbólico, um modo de memorização através da associação de idéias ou palavras com objetos. Por meio da comparação sucessiva relacionam-se duas idéias, lembramos de uma e conseqüentemente da outra.

 

Interesse

Quanto maior o interesse, mais facilmente se aprende e se arquiva o conhecimento na memória.

 

Escrita

Escrever é uma forma de ampliar seu banco de dados e exercitar a memória.

 

 

 

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Tipos e Características da Memória

 

Pense na diferença entre memorizar a data de aniversário de alguns amigos versus aprender a andar de bicicleta.


As diversas coisas que aprendemos e lembramos não são processadas sempre pelo mesmo mecanismo neural.

 

Existem diferentes categorias de memórias, entre elas estão:

  • A memória ultra-rápida cuja retenção não dura mais que alguns segundos.

  • A memória  de curto prazo (ou curta duração), que dura minutos ou horas e serve para proporcionar a continuidade do nosso sentido do presente.

  • A memória de longo prazo (ou de longa duração), que estabelece engramas (ou traços duradouros (dura dias, semanas ou mesmo anos).

 

Você acaba de ouvir o telefone ditado por alguém, mas em poucos segundos é incapaz de se lembrar de parte ou de todos aqueles números. Por que ?


Esta memória é temporária e limitada em sua capacidade, sendo armazenada por um tempo muito curto no cérebro, da ordem de milisegundos a poucos minutos. É a memória de curta duração.

 

Para que ela se torne permanente, ela requer atenção, repetições e idéias associativas. Mas, através de um mecanismo ainda não conhecido, você pode se lembrar subtamente de um fato esquecido, como aquele número de telefone que havia esquecido.

 

Neste caso, a informação foi armazenada na memória de longa duração que é mais permanente e tem uma capacidade muito mais ampla.
 

O processo de armazenar novas informações na memória de longa duração é chamado de consolidação.

 

A memória para datas (ou fatos históricos e outros eventos) é mais fácil de se formar, mas ela é facilmente esquecida, enquanto que a memória para aprendizagem de habilidades tende a requerer repetição e prática.

 

Uma elaboração do conceito da memória de curta duração que tem sido feita nos últimos anos é a memória operacional (veja abaixo), um termo mais genérico para o armazenamento da informação temporária.
 

Muitos especialistas consideram memória de curta duração e memória operacional como a mesma coisa.


Entretanto, uma característica chave que distingue uma da outra é, não somente o seu aspecto operacional, como também as múltiplas regiões no cérebro onde o armazenamento temporário ocorre.

 

Isto implica que nós podemos não ser conscientes de todas as informações armazenadas ao mesmo tempo na memória operacional, nas diferentes partes do cérebro. Tomemos o exemplo de dirigir um carro. Esta é uma tarefa complexa que requer diversos tipos de informações processados simultaneamente, tais como a informação sensorial, cognitiva e motora.

 

Parece improvável que estes vários tipos de informação sejam armazenados em um único sistema de memória de curta duração.

 

 

 

 

Nossa habilidade de lembrar eventos não se reflete na operação de um único sistema de memória, mas em uma combinação de no mínimo duas estratégias usadas pelo cérebro para adquirir informação. Uma das estratégias é denominada de memória explicita, ou memória declarativa, requerendo participação consciente e envolvendo o hipocampo e o lobo temporal. a outra estratégia é a memória implícita, a qual não requer participação consciente, utilizando estruturas não corticais. Vejamos o significado de cada uma delas:

 

 

 

  • Memória operacional - é crucial tanto no momento da aquisição como no momento da evocação de toda e qualquer memória, declarativa ou não. Através dela armazenamos temporariamente informações que serão úteis apenas para o raciocínio imediato e a resolução de problemas, ou para a elaboração de comportamentos, podendo ser esquecidas logo a seguir. Em outras palavras, ela mantém a informação viva durante poucos segundos ou minutos, enquanto ela está sendo percebida ou processada. Armazenamos em nossa memória operacional, por exemplo, o local onde estacionamos o automóvel, uma informação que será necessária até o momento de chegarmos até o carro. Esta forma de memória é sustentada pela atividade elétrica de neurônios do córtex pré-frontal (a área do lobo frontal anterior ao cortex motor). Esses neurônios interagem com outros, através do cortex entorrinal, inclusive do hipocampo, durante a percepção, aquisição ou evocação.

     

  • Memória declarativa (ou explícita) é a memória para fatos e eventos, por exemplo, lembrança de datas, fatos históricos, números de telefone, etc.  Reúne tudo o que podemos evocar por meio de palavras (daí o termo declarativa). Sub-caracterizada em:

    • episódica- quando envolve eventos datados, isto é relacionados ao tempo. Usamos a memória episódica, por exemplo, quando lembramos do ataque terrorista em 11 de setembro.

    • semântica- Abrange a memória do significado das palavras (do latin "significado").
      É a co-participação partilhada do significado de uma palavra que possibilita às pessoas manterem conversas com significado. A memória semântica ocorre quando envolve conceitos atemporais. Usamos este tipo de memória ao aprender que Einstein criou a teoria da relatividade, ou que a capital da Itália é Roma.

  • Memória não-declarativa (ou implícita)  - Se difere da explícita (declarativa) porque não precisa ser verbalizada (declarada). É a memória para procedimentos e habilidades, por exemplo, a habilidade para dirigir, jogar bola, dar um nó no cordão do sapato e da gravata, etc. Pode ser de quatro sub-tipos:

    • memória adquirida e evocada por meio de "dicas" (Priming) (ou memória de representação perceptual) - que corresponde à imagem de um evento, preliminar à compreensão do que ele significa. Um objeto, por exemplo, pode ser retido nesse tipo de memória implícita antes que saibamos o que é, para que serve, etc. Considera-se que a memória pode ser evocada por meio de "dicas" (fragmentos de uma imagem, a primeira palavra de uma poesia, certos gestos, odores ou sons).

    • memória de procedimentos - refere-se às habilidades e hábitos. Conhecemos os movimentos necessários para dar um nó em uma garvata, nadar, dirigir um carro, sem que seja preciso descrevê-lo verbalmente.

    • memória associativa e memória não-associativa - Estas duas últimas estão estreitamente relacionadas a algum tipo de resposta ou comportamento. Empregamos a memória associativa, por exemplo, quando começamos a salivar pelo simples fato de olhar para um alimento apetitoso, por termos, em algum momento de nossa vida associado seu aspecto ou cheiro à alimentação. Por outro lado, usamos a memória não associativa quando, sem nos darmos conta, aprendemos que um estímulo repetitivo, por exemplo, o latido de um cãozinho, não traz riscos, o que nos faz relaxar e ignorá-lo.

     

 

 

 

O hipocampo e o cortex temporal parecem estar envolvidos na formação da memória declarativa, mas não na memória de procedimentos. Enquanto que certos núcleos do cerebelo e medula espinhal parecem ser necessários para a formação de memórias de procedimento, mas não intervêm na memória declarativa. Devido a esta organização anatômica, assume-se que a memória declarativa é controlada por mecanismos cerebrais superiores, enquanto que a memória de procedimentos parece depender de sistemas e regiões inferiores.

 

 

Os Mecanismos Cerebrais da Memória

 

A memória não está localizada em uma estrutura isolada no cérebro; ela é um fenômeno biológico e psicológico envolvendo uma aliança de sistemas cerebrais que funcionam juntos.

 

O lobo temporal é uma região no cérebro que apresenta um significativo envolvimento com a memória. Ele está localizado abaixo do osso temporal (acima das orelhas), assim chamado porque os cabelos nesta região frequentemente são os primeiros a ser tornarem brancos com o tempo.

Existem consideráveis evidências apontando esta região como sendo particularmente importante para armazenar eventos passados.

 

O lobo temporal contém o neocórtex temporal, que pode ser a região potencialmente envolvida com a memória a longo prazo.

 

Nesta região também existe um grupo de estruturas interconectadas entre si que parece exercer a função da memória para fatos e eventos (memória declarativa), entre elas está o hipocampo, as estruturas corticais circundando-o e as vias que conectam estas estruturas com outras partes do cérebro.

O hipocampo ajuda a selecionar onde os aspectos importantes para fatos e eventos serão armazenados e está envolvido também com o reconhecimento de novidades e com as relações espaciais, tais como o reconhecimento de uma rota rodoviária.

A amígdala, por sua vez, é uma espécie de "aeroporto" do cérebro. Ela se comunica com com o tálamo e com todos os sistemas sensoriais do córtex, através de suas extensas conexões. Os estímulos sensoriais vindos do meio externo como som, cheiro, sabor, visualização e sensação de objetos, são traduzidos em sinais elétricos, e ativam um circuito na amígdala que está relacionado à memória, o qual depende de conexões entre a amígdala e o tálamo.

Conexões entre amígdala e hipotálamo, onde as respostas emocionais provavelmente se originam, permitem que as emoções influenciem a aprendizagem, porque elas ativam outras conexões da amígdala para as vias sensoriais, por exemplo, o sistema visual.

 

O Córtex pré-frontal exibe também um papel importante na resolução de problemas e planejamento do comportamento. Uma razão para se acreditar que o córtex pré-frontal esteja envolvido com a memória, é que ele está interconectado com o lobo temporal e o tálamo.

 

 

 

 

O crescimento do cérebro

 

O processo de memorização é complexo envolvendo sofisticadas reações químicas e circuitos interligados de neurônios.

 

As células nervosas ou neurônios, quando são ativadas liberam hormônios ou neurotransmissores que atingem outras células nervosas através de ligações denominadas sinapses.
 

Os fatos antigos naturalmente têm mais tempo de se fixar em nosso banco de dados e daí sua melhor fixação, o que não ocorre com fatos recentes, que têm pouco tempo para se fixarem e ainda podem ter sua capacidade de fixação alterada por razões relacionadas a variações de estado emocional ou a problemas de ordem física.

Você sabia que toda vez que você aprende alguma coisa ou adquire alguma experiência, as células do seu cérebro sofrem uma alteração e essa alteração refletirá em seu comportamento?

Por exemplo, se você já passou por uma rua à noite e percebeu que ali haviam pessoas com aparência estranha e perigosa, você evitará passar por aquela rua novamente.


Ou, se uma criança levou um choque ao colocar o dedinho dentro de uma tomada elétrica, ela nunca mais emitirá aquele comportamento.

Nestes exemplos, o comportamento foi modificado em decorrência de uma experiência. Cada célula cerebral (ou neurônio)contribui para o comportamento e para a atividade mental, conduzindo ou deixando de conduzir impulsos.


Todos os processos da memória são explicados em termos dessas descargas.

 

A Estrutura do Neurônio. Um neurônio típico tem quatro regiões morfologicamente definidas: dendritos (1), corpo celular (2), axônio (3), e terminais pré-sinápticos (5).

Neurônios recebem sinais nervosos de axônios de outros neurônios. A maioria dos sinais é liberada aos dendritos (1). Os sinais gerados por um neurônio são enviados através do corpo celular (2), que contém o núcleo (2a), o "armazém" de informações genéticas. Axônios (3) são as principais unidades condutoras do neurônio. O cone axonal (2b) é a região na qual os sinais das células são iniciados. Células de Schwann (6), as quais não são partes da célula nervosa, mas um dos tipos das células gliais, exercem a importante função de isolar neurônios por envolver seus processos membranosos ao redor do axônio formando a bainha de mielina (7), uma substância gordurosa que ajuda os axônios a transmitirem mensagens mais rapidamente do que as não mielinizadas.

 

A mielina é quebrada em vários pontos pelos nodos of Ranvier (4), de forma que em uma secção transversal o neurônio se parece como um cordão de salsichas. Ramos do axônio de um neurônio (o neurônio pré-sináptico) transmitem sinais a outro neurônio (o neurônio pós-sináptico) em um local chamado sinapse (5). Os ramos de um único axônio podem formar sinapses com até 1000 outros neurônios.

 

As alterações celulares decorrentes da aprendizagem e memória são chamadas de plasticidade.


Elas se referem a uma alteração na eficiência das sinapses e podem aumentar a transmissão de impulsos nervosos, modulando assim o comportamento.

 
A experiência pode se dar por uma aprendizagem ativa ou pela convivência em lugares enriquecidos com indivíduos, cores, música, sons, livros, cheiros, etc.

 

Em laboratórios científicos também foi possível demonstrar que ratinhos apresentam um número muito maior de células cerebrais interconectadas umas com as outras quando eles vivem em conjunto em uma gaiola cheia de brinquedos como rodinhas, bolas, etc., do que os ratos que vivem em uma gaiola sozinhos e sem nada para fazer ou aprender.

 

Alguns dos maiores estudiosos do fenômeno da aprendizagem e memória na década de 40, Donald Hebb, de Montreal , e Jersy Konorski, da Polônia, foram os primeiros a acreditar que a memória deve envolver mudanças ou aumentos nos circuitos nervosos.

 

Circuitos nervosos são conjuntos de neurônios que se comunicam entre si através de junções denominadas de sinapses.

 

 

Quando uma célula é ativada, é desencadeada a liberação de substâncias químicas nas sinapses, chamadas neurotransmissores, tornando-as mais efetivas. Pesquisas encontraram que neurônios "exercitados" possuem um número maior de ramificações (dendritos) se comunicando com dendritos de outros neurônios.


Assim, para que as memórias sejam criadas, é preciso que as células nervosas formem novas interconecções e novas moléculas de proteína.

 

 

 

 

 

 

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