Informações sobre o Mal de Parkinson, prevenção e tratamento. Veja aqui tratamentos alternativos e convencionais para esta doença.

 

Mal de Parkinson - Saúde com Inteligência  

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Mal de Parkinson

 

MAL DE PARKINSON

 

Saiba mais sobre o que é Mal de Parkinson, sintomas e algumas formas de tratamento.

 

 

 

 

O que é o Mal de Parkinson?

 

O Parkinson é uma doença neurológica que compromete os movimentos da pessoa. Ao contrário do que se imagina, a memória e a inteligência dos indivíduos com Parkinson não são comprometidas, ou seja, a pessoa continua a recordar de fatos e acontecimentos.

 

Existem hipóteses sobre a origem da doença, mas nenhuma ainda foi comprovada. Essas hipóteses afirmam haver relações com a ação de toxinas ambientais no organismo, o acúmulo dos radicais livres no metabolismo, anomalias nas mitocôndrias e predisposição genética.

 

A perda de produção da dopamina provoca a perda da condução de neurotransmissores, (as correntes nervosas) pelo corpo, que são responsáveis pela coordenação e controle de todos os movimentos que o organismo pode ter. Dessa forma, a falta da dopamina no organismo causa cansaço, fraqueza, tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, dificuldade para se movimentar, alterações na fala e outros. É sabido que o aparecimento de tais sintomas só ocorre quando cerca de 80% dos neurônios já estão mortos.

O Papa João Paulo II era portador da doença do Mal de Parkinson

O Papa João Paulo II era portador da doença de Parkinson

De forma lenta, os sinais começam a aparecer podendo ou não serem percebidos pelo indivíduo. Porém, em estágio mais avançado, pode-se fazer algumas modificações de hábitos para que o indivíduo se adapte à sua nova condição, já que a doença não tem cura. É importante o acompanhamento e o auxílio de profissionais nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e nutrição, para juntos facilitarem a vida do indivíduo em suas atividades diárias, tornando-o independente apesar de suas limitações.


 

História da doença
 

James Parkinson
James Parkinson

O mal de Parkinson é uma enfermidade que foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson.

Não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano.É uma doença neurológica, que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, e alterações na fala e na escrita. Não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano.

Também não há evidências de que seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável, é progressiva (variável em cada paciente) e a sua causa ainda continuadesconhecida até hoje.

O mal de Parkinson ou Doença de Parkinson é devida à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra.

Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas acima indicados.

A doença pode afetar qualquer pessoa, independentemente de sexo, raça, cor ou classe social. A doença de Parkinson tende a afetar pessoas mais idosas. A grande maioria das pessoas tem os primeiros sintomas geralmente a partir dos 50 anos de idade. Mas pode também acontecer nas idades mais jovens, embora os casos sejam mais raros

Um por cento das pessoas com mais de 65 anos têm o Mal de Parkinson.

O diagnóstico da doença de Parkinson é feito por exclusão. Às vezes os médicos recomendam exames como eletroencefalograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética, análise do líquido espinhal, etc., para terem a certeza de que o paciente não possui nenhuma outra doença no cérebro. O diagnóstico da doença faz-se baseada na história clínica do doente e no exame neurológico. Não há nenhum teste específico para fazer o diagnóstico do Mal de Parkinson, nem para a sua prevenção.

parkinson

A história usual de quem é acometido pelo Mal de Parkinson consiste num aumento gradual dos tremores, maior lentidão de movimentos, caminhar arrastando os pés, postura inclinada para a frente.

O tremor típico afeta os dedos ou as mãos, mas pode também afetar o queixo, a cabeça ou os pés. Pode ocorrer num lado ou nos dois, e pode ser mais intenso num lado que no outro. O tremor ocorre quando nenhum movimento está sendo executado, e por isso é chamado de tremor de repouso. Por razões que ainda são desconhecidas, o tremor pode variar durante o dia. Torna-se mais intenso quando a pessoa fica nervosa, mas pode desaparecer quando está completamente descontraída. O tremor é mais notado quando a pessoa segura com as mãos um objeto leve como um jornal. Os tremores desaparecem durante o sono.

A lentidão de movimentos é, talvez, o maior problema para o portador do Mal de Parkinson, embora esse sintoma não seja notado por outras pessoas. Uma das primeiras coisas que os membros da família notam é que o doente demora mais tempo para fazer as coisas que antes fazia com mais desenvoltura. Banhar-se, vestir-se, cozinhar, preencher cheques.

Tudo isso leva cada vez mais tempo. Quando a pessoa fica mais idosa, é comum colocarem a culpa na sua velhice. "Claro que o avô é mais vagaroso, pois ele está ficando velho", costuma-se dizer. Mas a lentidão de movimentos torna-se mais acentuada, e evolui mais rapidamente do que a pessoa envelhece normalmente.

A diferença é que o parkinsoniano perde uma certa automação dos movimentos, comparado com as pessoas normais. Para uma pessoa normal abotoar a camisa é muito simples: abotoa-a, e pronto! O parkinsoniano tem que guiar os dedos para o conseguir, como se fosse um robô a guiar uma máquina. "Quando eu uso a minha mão boa, ela faz tudo por si. Quando uso a outra mão, tenho que conscientemente controlá-la e dizer-lhe o que deve fazer". Esta perda automática ou não consciente controle dos movimentos, explica porque é que os parkinsonianos piscam muito menos que as pessoas normais e por isso parecem que sempre estão a nos olhar fixamente.

Quando se sentam, mantêm-se na mesma posição, enquanto outras mudam de posição: cruzam as pernas, coçam a face ou fazem outros pequenos movimentos. A rigidez muscular é outra característica da doença. O afetado pela doença pode ou não senti-la, mas o médico pode verificar no consultório se ela existe nos braços, nas pernas e até no pescoço. A face torna-se rígida e parece que está congelada. Não se sabe se é a rigidez que causa a postura anormal do parkinsoniano. Quando se sentam têm também a tendência de inclinar a cabeça e encolher os ombros.

O caminhar do parkinsoniano se parece com o de uma pessoa idosa. Os ombros estão encolhidos e inclinados para a frente, os braços caem paralelos ao corpo e quase não balançam. Os calcanhares arrastam-se no chão causando um caminhar bastante típico.

O médico neurologista é o profissional indicado para diagnosticar e tratar da doença de Parkinson.

A progressão da doença é muito variável e desigual entre os pacientes. Para alguns até parece que a doença está estabilizada, porque a evolução é muito lenta. Na maior parte dos casos a lentidão causada pela enfermidade altera a qualidade de vida do paciente. É impossível predizer o futuro.. A doença de Parkinson não piora rapidamente. Em contraste com outras enfermidades, possui um curso vagaroso, regular e sem rápidas ou dramáticas mudanças.

 

UMA OPÇÃO DE CURA

Prevenção e Tratamentos alternativos para o Mal de Parkinson

Possivelmente um dos melhores guias que os especialistas da área de saúde tem para agir visando a preservação da saúde, continua sendo o trabalho clássico, divulgado por Leavell&Clark há mais de 30 anos, com objetivo de sistematizar a análise de qualquer disfunção.

Assim sendo, segundo eles, há três Níveis de Prevenção, englobando as, hoje clássicas, cinco etapas: Promoção da Saúde, Proteção Específica, Diagnóstico Precoce/Tratamento Imediato, Limitação do Dano e Restauração/Reabilitação.

Com base na experiência de parkinsonianos, médicos e sanitaristas, tenta-se situar esse mal dentro desta concepção, lastimando que, em muitos casos, a doença chegue a um ponto avançado antes que o paciente tenha o devido conhecimento para tratar de sua própria doença.

Sem dúvida o ideal seria orientar as pessoas para que evitem esse mal antes do aparecimento dos seus clássicos sintomas, ou fiquem esperando por um diagnóstico conclusivo para, somente então, tardiamente, tomarem alguma atitude.

Prevenção Primária

Engloba Promoção da Saúde e Proteção Específica, constituindo-se no nível fundamental para o Mal de Parkinson, Alzheimer e outras doenças degenerativas de etiologia desconhecida.

Assim sendo, para evitar essas doenças, o fundamental é uma nutrição ajustada à fase de desenvolvimento da vida. Infelizmente algo que poucas pessoas praticam, ficando surpresas, depois, com as conseqüências desse descuido lamentável.

Saúde mental, sem tensões e angústias e conflitos mal resolvidos; contato com a natureza, sem poluição; trabalho como parte da vida e não como fonte de recursos para obter status e riquezas; ritmo racional de vida, sem férias longas e paradas desgastantes de fim de semana; utilidade social, sem aposentopatias; sono natural e não induzido; são algumas das posturas e procedimentos essenciais para se ter qualidade de vida e saúde.

Das diversas medidas preconizadas como sendo de Proteção Específica, nos resta pouco mais do que a ingestão de alimentos com indicação, nem sempre cientificamente já comprovada, de serem benéficos para o controle destas degenerações.  As outras medidas, tais como vacinação, higiene pessoal, saneamento ambiental, e proteção contra riscos profissionais, acidentes e infecções, não se aplicam ao nosso caso.

Um produto natural à base de ortopolifosfatos que é utilizado como suplemento nutricional capaz de combinar-se com todos os tipos de íons minerais é o NQI. Após quase 20 anos de pesquisa para formular o composto, o Professor Dr. Gauer explicou que, a ciência médica nunca antes havia encontrado uma fórmula para manter a estabilidade dos fosfatos benéficos a saúde combinados no organismo. O NQI contém uma formulação que mantém sua estabilidade . Como um produto natural a base de fosfatos condensados e fosfatos reativos (PO4), o suplemento possui propriedades solubilizantes de minerais eventualmente depositados ou precipitados, inibe os superácidos e equilibra a fosfatase. É o mais poderoso antioxidante e solubilizante já produzido de forma natural, sem contra indicações e que gera benefícios reais ao organismo humano.

O Dr. Ad Ulene (USA), afirma em seu livro que: "Radicais livres podem ir em busca de moléculas em qualquer célula do corpo para agarrar um elétron. A molécula atacada perde um elétron e é danificada. Cada célula do corpo está sujeita a estimadas 10.000 batidas por radicais livres a cada dia. Quando o nível de radicais livres fica demasiadamente elevado diz-se que o corpo encontra-se em um estado de "estresse oxidativo". Daí a importância de um composto de propriedade antioxidante e solubilizante como o NQI para combater o envelhecimento precoce e o desencadeamento de doenças degenerativas.

Prevenção Secundária

Esse nível de prevenção, engloba Diagnóstico Precoce/Tratamento Imediato e Limitação do Dano.  No caso das doenças degenerativas cerebrais, infelizmente, não há diagnósticos precoces, pois quando aparecem os sinais e sintomas o mal já está feito, pois a degeneração avançou a ponto de emissão de sintomas motores, como é o caso específico de Mal de Parkinson.  A situação fica agravada com a prática de serem utilizadas drogas que escondem os sintomas, tornando a evolução da doença menos sintomática.

Como a etiologia é desconhecida, os “tratamentos”, são feitos na base de serem introduzidos no organismo produtos químicos cujas deficiências foram constatadas como sendo associadas aos sintomas. Essa ingestão, entretanto, é imprecisa e geradora de contra-indicações que, por sua vez, exigem novas indicações terapêuticas, numa cascata infindável de procedimentos, a maior parte deles imprecisos e somente tentativos.

Em função disto tudo, uma opção de tratamento, cientificamente ainda não consagrado, mas que na prática tem mostrado resultados incríveis, são a mentalização, os exercícios cerebrais e o uso do suplemento natural NQI. O simples fato de acionar a mente com exercícios cerebrais já estimula o organismo para tentar corrigir a degeneração apresentada.  Os resultados que muitos pacientes obtem são excelentes, de tal forma que os sintomas em muitos casos praticamente desaparecem, com tendência ao completo desaparecimento.  É evidente que se torna inútil a mentalização, e os exercícios cerebrais, caso a Prevenção Primária não tenha sido adotada.

Paralelamente, em termos de Limitação do Dano, é essencial uma atenção toda especial para o sistema muscular, violentamente atingido pelos comandos motores desconexos, característicos do Mal de Parkinson.  Também, por isso, é importante a manutenção da sintomatologia, para que se busque mecanismos fisioterápicos que corrijam problemas de postura, equilíbrio, deglutição, fonação e tantos outros mais que nos atingem.

Prevenção Terciária

A Restauração/Reabilitação característica desse nível de prevenção, ocorre após um período da doença e quando o processo de recuperação já começou. Nos casos de tratamentos convencionais essa etapa não pode ser atingida, pois o mal de Parkinson é considerado incurável.

No tratamento alternativo, via mentalização, essa etapa é parte integrante da Prevenção Secundaria bem feita, pois as conseqüências motoras certamente estarão superadas pela fisioterapia adequada.
 

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Terapia genética tem sucesso para tratar Parkinson

Terapia genética pode vir a ser opção para tratar rigidez muscular, tremores e lentidão de movimentos, sintomas da doença de Parkinson.

Pesquisadores de sete centros dos Estados Unidos mostraram que a transferência de uma enzima chamada GAD (descarboxilase glutâmica), implantada diretamente no cérebro do doente, recupera parte de seus movimentos.

Esse foi o primeiro estudo bem-sucedido sobre transferência genética em Parkinson. Os resultados foram divulgados ontem na edição virtual do periódico médico "Lancet Neurology".

A doença de Parkinson provoca a degeneração dos neurônios na área da substância negra do cérebro, diminuindo a produção de dopamina e comprometendo o circuito nervoso envolvido na coordenação motora.

No trabalho, os pesquisadores de instituições como a Universidade de Stanford e Massachusetts General Hospital usaram um vírus como vetor da enzima GAD, responsável por produzir o neurotransmisor Gaba (ácido gama-aminobutírico), encontrado em pouca quantidade em quem sofre de doença de Parkinson.

Ao todo, 45 pessoas que tinham a doença havia mais de cinco anos foram divididas em dois grupos.

No primeiro grupo, a enzima foi injetada no cérebro. O neurotransmissor Gaba ajudou a regular o excesso de glutamato, causado pela diminuição da dopamina.

Os pacientes do outro grupo, em vez de material genético, passaram por cirurgia em que só receberam solução salínica inócua no cérebro.

Seis meses depois do experimento, houve recuperação de 23% dos movimentos nos pacientes tratado com a terapia genética.

No grupo-controle, a melhora foi de 12%. A hipótese dos autores é a de que o efeito placebo causou isso.

Mal de Parkinson


PROMISSOR

Os resultados são "seguros, benéficos e promissores", diz o neurologista Henrique Ballalai Ferraz, da Unifesp. "Abre um rumo para que nos novos estudos sejam testados com mais pessoas. O caminho é por aí."

Ferraz afirma que a terapia genética poderá até substituir os atuais procedimentos cirúrgicos. "É menos invasiva e mais natural", compara.

Para Carlos Roberto de Mello Rieder, do departamento científico de transtornos do movimento da Academia Brasileira de Neurologia, falta comparar a eficácia dessa terapia com as tradicionais.

"O estudo mostrou um avanço. O próximo passo é checar se ele recupera mais do que o que já existe."

Para a neurologista Patrícia de Carvalho Aguiar, do setor de transtornos dos movimentos da Unifesp, o melhor é que a terapia se mostrou segura, mas falta provar a durabilidade dos efeitos.

 

SEGUNDO A MEDICINA CONVENCIONAL - AINDA É UMA DOENÇA INCURÁVEL

Tratamentos médicos convencionais para o Mal de Parkinson

Se o paciente não acredita nos tratamentos alternativos, como o proposto acima, é importante lembrar e compreender que segundo a medicina tradicional, atualmente não existe cura para a doença. Apesar disso, a medicina tradicional prega que apesar de não ter conhecimento suficiente para lidar com a doença, ela pode e deve ser tratada, não apenas combatendo os sintomas, como também tentando retardar o seu progresso. Segundo a medicina tradicional, a grande barreira para se curar a doença está na própria genética humana. No cérebro, ao contrário do restante do organismo, as células não se renovam. Por isso, nada há a fazer diante da morte das células produtoras da dopamina na substância negra. A grande arma da medicina tradicional para combater o Parkinson são os remédios e cirurgias, além da fisioterapia e a terapia ocupacional. Todas elas visando combater apenas os sintomas.

Levodopa ou L-Dopa, na medicina convencional ainda é o medicamento mais importante para amenizar os sintomas da doença. A levodopa se transforma em dopamina no cérebro, e supre parcialmente a falta daquele neurotransmissor. Infelizmente, o uso prolongado de muitos anos pode causar reações secundárias bastante severas, como os movimentos involuntários anormais. Além da levodopa, existem diversos outros que complementam o arsenal de medicamentos para combater os sintomas da doença.

Cirurgias também são muito utilizadas nos tratamentos médicos convencionais. As cirurgias consistem em lesões no núcleo pálido interno (Palidotomia) ou do tálamo ventro-lateral (Talamotomia), que estão envolvidos no mecanismo da rigidez e tremor. Porém, a lentidão de movimentos responde melhor aos medicamentos. Essas lesões podem diminuir a rigidez e abolir o tremor. Todavia, nenhuma delas representa a cura da doença. Na medicina tradicional, o médico dirá se um paciente pode ou não se beneficiar do tratamento.

Estimulação profunda do cérebro (marcapasso cerebral) também é um recurso utilizado nestes tratamentos. Atualmente já disponível no Brasil, segundo a medicina tradicional o marcapasso é muito benéfico, especialmente para reduzir o tremor. No início foi aplicada apenas em alguns países europeus, e depois foi também aprovado nos Estados Unidos. Com a sua difusão em todos os países, os médicos adeptos apenas da medicina tradicional esperam que a sua produção em larga escala possa torná-lo acessível a um grande número de parkinsonianos em todo o mundo, principalmente no Brasil.

Parkinson cirurgia

No tratamento através da medicina convencional, também são utilizados juntamente com os medicamentos, a fisioterapia, a terapia ocupacional e a fonoaudiologia. Importante ressaltar que estes três métodos de tratamento também são muito utilizados nos tratamentos alternativos.

 

 

 

 

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