Leucemia

O termo leucemia corresponde a um conjunto de neoplasias malignas que atingem o sangue e possuem origem na medula óssea. Normalmente o corpo costuma dar sinais de que algo não vai bem. Se notar algum sintoma diferente, procure assistência médica.

Os glóbulos brancos são chamados de leucócitos, daí o nome leucemia ('leukos' em grego significa branco). Antes de falar da doença em si, é preciso explicar o que são os leucócitos, já que são eles que sofrem transformação maligna. Todos os dias nascem e morrem leucócitos. A nossa medula óssea produz em média 100 milhões de leucócitos por dia, o que mantém uma concentração normal variando entre 4.000 a 11.000 células em cada mililitro de sangue. A leucemia se caracteriza pela produção excessiva e inapropriada de leucócitos defeituosos, ultrapassando, normalmente em muito, os valores sanguíneos normais ou esperados para casos de infecção. Alguns tipos de leucemia podem se apresentar com mais de 100 mil leucócitos/ml.

 

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TUDO SOBRE LEUCEMIA

A leucemia aguda ainda é uma doença com baixa taxa de cura. A resposta ao tratamento depende de vários fatores incluindo o tipo de mutação cromossomial responsável pela neoplasia, a idade (melhor em jovens, pior em idosos) e o estado de saúde do paciente. O tratamento é feito com quimioterapia, sendo dividido em duas fases: Indução e consolidação.

A indução consiste na tentativa de se eliminar todas as células cancerígenas e costuma durar 4 semanas. Uma vez eliminada todas as células cancerígenas, a fase de consolidação visa impedir que a medula continue produzindo novas células malignas. A fase de consolidação pode ser feita com novos ciclos de quimioterapia ou com transplante de medula óssea. Atualmente cerca de 30% dos adultos com menos de 60 anos atingem critério de cura (mais de 5 anos livre de doença). Já entre os pacientes com mais de 60 anos, essa taxa cai para abaixo dos 10%. Nest artigo você vai compreender tudo sobre a leucemia.

O que é Leucemia?

Leucemia é uma doença maligna que acomete os leucócitos, os glóbulos brancos do sangue presentes nos gânglios linfáticos e na corrente sanguínea.

Assim como os glóbulos vermelhos (cuja função é transportar oxigênio para órgãos e tecidos) e as plaquetas (células responsáveis pela coagulação), os leucócitos são fabricados dentro da medula óssea a partir de uma célula-tronco e são responsáveis por grande parte do nosso sistema imunológico.


Saiba o que é leucemia.
ENTENDA O QUE É A LEUCEMIA

Na leucemia, além de perder a função de defesa do organismo, os glóbulos brancos doentes produzidos descontroladamente reduzem o espaço na medula óssea para a fabricação das outras células que compõem o sangue e elas caem na corrente sanguínea antes de estarem preparadas para exercer suas funções.

A leucemia tem como principal característica o acúmulo de células jovens (blásticas) anormais (Figura 1) na medula óssea, que substituem as células sangüineas normais.

A medula é o local de formação das células sangüíneas, ocupa a cavidade dos ossos (Figura 2) e é conhecida popularmente por tutano.

As cavidades dos ossos principais da medula são o esterno e bacia (Figura 3).

Na medula são encontradas as células mães ou precursoras, que originam os elementos figurados do sangue: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e plaquetas (Figura 4).

Medula são encontradas as células mães ou precursoras.
                                                              (Figura 4)

Leucemia acumula células jovens.
(Figura 1)
 

Leucemia: A medula ocupa a cavidade dos ossos.
(Figura 2)

 

A medula se localiza principalmente no esterno e na bacia.

(Figura 3)

 

 

Classificação da Leucemia: Aguda, cronica, mieloide ou linfoide

 

A leucemia pode ser classificada me aguda, crônica, mieloide ou linfoide.

Não se conhece a causa da leucemia, mas a sua classificação é feita de acordo com a evolução e o tipo de defeito dos glóbulos brancos:

Quanto à evolução:

a) Leucemia aguda – quando as células malignas se encontram numa fase muito imatura e se multiplicam rapidamente, causando uma enfermidade agressiva;

b) Leucemia crônica – quando a transformação maligna ocorre em
células-tronco mais maduras. Nesse caso, a doença costuma evoluir
mais lentamente, com complicações que podem levar meses ou anos para ocorrer.

Quanto aos glóbulos brancos afetados:

a) Leucemia mieloide, linfocítica ou linfoblástica – afeta as células linfóides; é mais frequente em crianças;

b) Leucemia linfoide ou mieloblástica – afeta as células mieloides; é mais comum em adultos.
 


Diagnóstico da Leucemia

 

Para confirmar o diagnóstico de leucemia, o hemograma é o exame indicado para avaliar as condições em que se encontram as várias séries do sangue.

Havendo alterações indicativas da doença, o mielograma permite a análise direta do local afetado para identificar o tipo de célula anormal que impede a fabricação dos outros elementos do sangue. A biópsia da medula óssea é o exame definitivo para a confirmação do diagnóstico de leucemia.

As leucemias crônicas, às vezes, são diagnosticadas num exame de sangue de rotina.

 

 

Veja quais são os sintomas da leucemia.

Sintomas da Leucemia

É importante identificar os sintomas da leucemia rapidamente para iniciar o tratamento ainda no inicio da doença.

Os primeiros sinais de leucemia geralmente aparecem quando a medula óssea deixa de produzir células sanguíneas normais.

Anemia, fraqueza, cansaço, sangramentos nasais e nas gengivas, manchas roxas e vermelhas na pele, gânglios inchados, febre, sudorese noturna, infecções, dores nos ossos e nas articulações são sintomas característicos da leucemia aguda.

A leucemia crônica de evolução lenta pode ser completamente assintomática.

 

 

Tratamento da Leucemia
 

Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. O tratamento é feito em várias fases. A primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Esse resultado é conseguido entre um e dois meses após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames não mais evidenciam células leucêmicas. Isso ocorre quando os exames de sangue e da medula óssea (remissão morfológica) e o exame físico (remissão clínica) não demonstram mais anormalidades.
 

Entretanto, as pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída da doença. Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfóide ou mielóide), podendo durar mais de dois anos nas linfóides e menos de um ano nas mielóides. São três fases: consolidação (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente); reindução (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão) e manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses). Por ser uma poliquimioterapia agressiva, pode ser necessária a internação do paciente nos casos de infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais pelo próprio tratamento.

 

 

Principais Procedimentos Médicos no Tratamento da Leucemia

1. Mielograma: É um exame de grande importância para o diagnóstico (análise das células) e para a avaliação da resposta ao tratamento, indicando se, morfologicamente, essas células leucêmicas foram erradicadas da medula óssea (remissão completa medular). Esse exame é feito sob anestesia local e consiste na aspiração da medula óssea seguida da confecção de esfregaços em lâminas de vidro, para exame ao microscópio. Os locais preferidos para a aspiração são a parte posterior do osso ilíaco (bacia) e o esterno (parte superior do peito). Durante o tratamento são feitos vários mielogramas.

2 - Punção lombar: A medula espinhal é parte do sistema nervoso, que tem a forma de cordão, e por isso é chamada de cordão espinhal. A medula é forrada pelas meninges (três membranas). Entre as meninges circula um líquido claro denominado líquor. A punção lombar consiste na aspiração do líquor para exame citológico e também para injeção de quimioterapia com a finalidade de impedir o aparecimento (profilaxia) de células leucêmicas no SNC ou para destruí-las quando existir doença (meningite leucêmica) nesse local. É feita na maioria das vezes com anestesia local e poucas vezes com anestesia geral. Nesse último caso, é indicado em crianças que não cooperam com o exame.

3 - Cateter Venoso Central: Como o tratamento da leucemia aguda pode alcançar até três anos de duração e requer repetidas transfusões e internações, recomenda-se a implantação de um cateter de longa permanência em uma veia profunda, para facilitar a aplicação de medicamentos e derivados sangüíneos além das freqüentes coletas de sangue para exames, evitando com isso punções venosas repetidas e dolorosas.

4 - Transfusões: Durante o tratamento, principalmente na fase inicial, os pacientes recebem, quase diariamente, transfusões de hemáceas e de plaquetas, enquanto a medula óssea não recuperar a hemopoese (produção e maturação das células do sangue) normal.

 

 

 

 

 


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Sempre é muito importante identificar a doença e iniciar o tratamento o quanto antes para possibilitar o tratamento e a cura da leucemia.