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Hipnose é uma técnica que esta retornando aos consultórios médicos para tratamento de diversos problemas de saúde. Aqui você vai descobrir o que é hipnose, como utilizar, para que serve, cursos, hipnose para emagrecer, dicas de como fazer a hipnose e muitas informações. Inúmeras são as técnicas para atingir o estado de hipnose, podemos classificá-las com relação ao tempo: transe, transe instantâneo, transe rápido, transe médio e transe lento. Para fins clínicos, a técnica mais indicada é a de nível lento, possibilita que 90% das pessoas cheguem ao estado hipnótico na primeira sessão, pode-se manter a mesma técnica nas sessões seguintes ou passar para instantâneo nas sessões subseqüentes, inclusive em situação de emergência ou urgência, mediante chaveamento mental. Encontre curso para hipnose, técnicas de hipnose, como fazer hipnose. Saiba que ja é possivel usar a hipnose para emagrecer.

 

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TUDO SOBRE A HIPNOSE

Há mais de um século, acreditava-se que para resolver um trauma, havia necessidade de revivenciá-lo, a pessoa deveria passar novamente pelo abalo emocional, tomando consciência da causa do problema. Para chegar até a "causa" do trauma, via hipnose, seria necessário todo um processo de investigação de memória, estas técnicas ficaram mundialmente conhecidas como "hipnose de regressão ou clássica". Na hipnose clássica o paciente fica totalmente exposto ao terapeuta (sofrologia), onde existem possibilidades de aflorar traumas, neste tipo de terapia é necessário que as pessoas falem e relatem situações durante o estado de transe, informações estas necessárias para condução do processo terapêutico, em média apenas 20% das pessoas conseguem atingir este estágio. Atualmente a Hipnose Ericksoniana é utilizada para ansiedade, depressão e a síndrome do pânico, vários distúrbios e transtornos provocados ou acentuados pelo estresse e um desequilíbrio emocional; nos distúrbios psicossomáticos, onde um fundo emocional pode ocasionar uma gastrite, asma, processos alérgicos, enxaqueca e vaginismo; no apoio ao tratamento do câncer, da AIDS; nos processos dolorosos, principalmente nas dores crônicas; na cardiologia no controle da hipertensão e outras cardiopatias; na ginecologia, na obstetrícia, o parto sem dor com um acompanhamento pré-natal com sessões de hipnose. No preparo de pacientes com indicação cirúrgica, tanto no aspecto emocional como na potencialização da recuperação. Na odontologia como apoio nos tratamentos de pessoas com fobias, traumas; nos problemas relacionados a dores e disfunções da mastigação, bruxismo. Na motivação e aumento da força de vontade; como apoio no alcoolismo, tabagismo e dependências químicas de forma geral. Na ajuda ao controle de peso. Na obesidade, impotência sexual, ausência de orgasmo, ejaculação precoce. Na preparação de estudantes aos vestibulares e concursos, melhora no desempenho geral de atletas, e muitas outras aplicações. Sua utilização vem se expandindo a um número cada vez maior de profissionais e especialidades, onde os avanços nos conhecimentos aumentam a segurança e eficiência de sua aplicação, como forma terapêutica de apoio, dentro de uma filosofia moderna de tratamento multidisciplinar.



 

O que é Hipnose?

Hipnose é um estado mental (teorias de estado) ou um tipo de comportamento (teorias de não-estado) usualmente induzidos por um procedimento conhecido como indução hipnótica, o qual é geralmente composto de uma série de instruções preliminares e sugestões. O uso da hipnose com propósitos terapêuticos é conhecido como "hipnoterapia".

Contudo, talvez a definição mais objetiva possível de hipnose seria a seguinte: alguém comanda (o hipnotista) e alguém obedece (o hipnotizado), geralmente de modo extremo ou pouco comum.

As pessoas que são hipnotizadas costumam relatar alterações de consciência, anestesia, analgesia, obedecendo e realizando os atos mais variados e extremos sob este pretenso estado.


Hipnose
HIPNOSE

 

Mas segundo os estudiosos e especialistas no assunto:

Hipnose é um estado da mente que todos nós experimentamos, naturalmente, ao longo do dia. Por exemplo, ao dirigir o carro, você pode não se lembrar que está dirigindo, como se estivesse no piloto automático.

O estado hipnótico natural também acontece quando você lê um bom livro, envolve-se com um filme interessante ou em qualquer outra atividade onde todas as outras coisas parecem ter sido bloqueadas. Alguém pode conversar com você e você pode não escutá-lo.

Em qualquer circunstância onde seja necessária uma grande concentração, automaticamente você se transfere para um estado hipnótico natural.

Os segredos da Hipnose

A técnica, que já foi confundida muitas vezes com charlatanismo, é reabilitada pela ciência em tratamentos de males que vão da dor ao vitiligo.

À primeira vista, a ideia de se submeter a uma cirurgia com pouca ou nenhuma anestesia, apenas hipnotizado, é perturbadora. O medo de sentir dor ainda traumatiza o ser humano. Mesmo assim, essa escolha tem sido feita por um número cada vez maior de pacientes. Em centros como o Hospital de Liège, na Bélgica, e o London’s Middlesex Hospital, na Inglaterra, operações sob o efeito da hipnose já são rotineiras. No Brasil, a técnica está atraindo quem precisa fazer uma intervenção ou mesmo um exame mais desconfortável, como a ressonância magnética. Durante esse procedimento, é preciso que o doente fique imóvel por longos minutos, uma façanha para quem está ansioso para saber o que tem. Na Clínica Cedirp, de Ribeirão Preto (SP), 12 pacientes são hipnotizados por semana antes de passar pelo exame. “Anos atrás, eles eram raros”, conta a anestesista Cristiane Nogueira, que aplica a técnica.

Todo esse movimento é reflexo de uma espécie de volta triunfal da hipnose, método em que um especialista sugere ao paciente alterações nas sensações, percepções, pensamentos e no comportamento. Usada há milênios, a técnica experimentou altos e baixos ao longo da história e, durante um bom tempo, tornou-se apenas pretexto para exibições de entretenimento. Hoje, é uma ferramenta de trabalho usada na medicina, psicologia e odontologia. E uma das áreas nas quais ela é mais utilizada é no alívio da dor. Centros renomados como o Hospital das Clínicas e o do Câncer, em São Paulo, aplicam a hipnose para diminuir o sofrimento dos doentes. Nos Estados Unidos, o método é usado no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, um dos mais importantes do mundo. “Adotamos também para atenuar a dor de crianças”, conta Andrew Vickers, pesquisador da instituição.

O leque de aplicações é amplo. Vai da asma ao controle do peso, do tabagismo à insônia. Em Brasília, o dermatologista Roberto Azambuja adota a hipnose em pacientes com vitiligo, as manchas brancas no corpo que tanto incomodaram o astro Michael Jackson. Em São Paulo, o ginecologista Osmar Colás, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), usa contra tensão pré-menstrual, entre outras situações. “Também faço para relaxar a mulher antes de colocar o dispositivo intra-uterino, o DIU”, conta. A secretária Lilian Fernandes melhorou de uma depressão com o recurso. “A impressão é que reassumi o controle das coisas”, conta. No hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, há um centro especializado. “Atendemos casos de distúrbios gástricos e hipertensão, entre outros”, diz Regina Cosentino, responsável pelo serviço.

O retorno da hipnose a instituições respeitáveis, com indicações para patologias tão distintas, está fundamentado em um conhecimento mais amplo do método. Sabe-se que o transe leva a um estado alterado de consciência que torna o indivíduo mais aberto a sugestões de mudança. Mágica? Não. Tudo indica que se trata de um fenômeno físico, como revela um dos últimos estudos sobre o tema. O trabalho, feito na Universidade de Columbia (EUA), mostra que o funcionamento do cérebro sofre profundas modificações na maneira de processar as informações durante o transe. As sugestões do hipnotizador mudam o que as pessoas veem, ouvem, sentem ou acreditam ser verdade. “Pode-se ativar a área que processa a dor sem que o doente tenha passado por estímulos dolorosos. Ele também sentirá calor ou frio, caso seja induzido a isso. E, teoricamente, poderá deixar de ter essas sensações”, diz Amir Raz, autor do trabalho.

Essa condição ajudaria a explicar o mecanismo de ação do método. No alívio da dor, a sugestão estimularia a fabricação pelo corpo de substâncias analgésicas. “E o bom é que esses compostos não causam os efeitos colaterais dos remédios”, afirma José Oswaldo de Oliveira Jr., do Hospital do Câncer. Em relação às doenças cujas crises podem ser agravadas por stress, como asma e síndrome do pânico, a hipnose auxiliaria a gravar no cérebro uma forma mais serena de reagir às situações desgastantes. Ou a lidar de outra maneira com fatos do passado ligados ao problema.

Mas os cientistas querem saber mais. Na Suíça, pesquisadores da Universidade de Basiléia mostraram que a técnica diminui os sintomas da rinite. Em Israel, a Universidade Soroka verificou que a hipnose pode auxiliar mulheres em tratamento para ter filhos. Na Universidade de Innsbruck, na Áustria, constatou-se que o método é eficiente para acalmar crianças em exames urológicos. Nos Estados Unidos, estudiosos da Universidade de Harvard perceberam que a hipnose acelera a cicatrização e a consolidação de fraturas. “Os pacientes também manifestam menos dor e infecções”, conta a psicóloga Carol Ginandes.

Antigos enganos: durante muito tempo a hipnose foi cercada por uma aura de mistério. Essa condição deu margem ao surgimento de muito charlatanismo e equívocos, como a crença de que os animais podem ser hipnotizados. Mas, segundo os cientistas, o que ocorre com eles é um processo chamado de fixação. Eles apenas se concentram em algo – o som da flauta, por exemplo –, mas em um nível não comparável ao obtido na hipnose.

Outros trabalhos mostram o poder para controlar sintomas da síndrome do intestino irritável, doença caracterizada por dores no abdome, dificuldade para evacuar ou diarréia. Um dos mais recentes foi feito na Universidade de Manchester, na Inglaterra. “Cerca de 70% dos doentes melhoraram”, assegura Peter Whorwell, coordenador do trabalho. Por aqui, o esforço se concentra no setor de Hipnologia da Unifesp. “Queremos entender o que acontece no corpo durante o transe”, afirma o pesquisador Mohamad Bazzi.

Mas, apesar do crescimento, não há consenso absoluto. “Trate um infarto com hipnose para ver o que acontece”, alfineta Antônio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica. De fato, o método não pode nem deve ser encarado como solução para tudo.

O que é Hipnose?

Mesmo os adeptos ressaltam que a hipnose deve ser vista como mais um recurso e usada em conjunto com as ações convencionais. Ela também não serve para doentes com distúrbios como esquizofrenia ou autismo. “Eles não se concentram num pensamento”, explica o psiquiatra Joel Priori Maia, presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose.

No Brasil, só médicos, dentistas e psicólogos treinados por entidades qualificadas podem usar a técnica. “Esse cuidado é decisivo”, alerta a psiquiatra Sofia Bauer, de Belo Horizonte. O caso da consultora de marketing Sandra de Silva, de São Paulo, serve de exemplo. Na tentativa de deixar o cigarro, ela submeteu-se a uma sessão com um terapeuta sem formação. Não deu certo. “Ficamos três horas tentando. Ele disse que não entendia o que acontecia comigo”, lembra ela, que não quer mais repetir a experiência. Hipnose, de fato, pode ser útil. Mas a lei número um, neste trabalho, é entregar o cérebro e seus caminhos misteriosos a um profissional responsável.


Algumas aplicações da Hipnose

A hipnose moderna tem sido usada, com sucesso, para construir a auto-estima, mudar hábitos, perder peso, parar de fumar, melhorar a memória, modificar problemas comportamentais em adultos e crianças, eliminar ansiedade, medos, fobias, tratar a depressão, stress, preparar o sujeito para cirurgias, entrevistas, exames etc. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 90% da população mundial pode ser hipnotizada.

O uso da hipnoterapia é feito para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, de uma sessão a alguns meses de trabalho.

Algumas áreas onde a hipnose tem bons resultados
Fobia Social
Fobia Específica
Roer as unhas
Chupar o dedo
Obesidade
Síndrome do pânico
Depressão
Dor
Aprendizagem
Educação
Saúde
Deixar de fumar
Ansiedade
Stress Pós-Traumático
Anorexia Nervosa
Enurese
Gagueira
Doenças das vias respiratórias
Nariz pingando
Síndrome do medo
Bulimia
Menstruação dolorosa
Medo de Falar em Público
Insônia
Stress
Impotência
Timidez
Pressão sanguínea alta
Urticária
Fibromialgia
LER - Tendinite
Enrubescer
Perturbações do sono
Auto-Estima
Transtorno Obsessivo Compulsivo
Medo do dentista
Masturbação
Parto sem dor
Sugestopedia
Sonambulismo
EMDR Concursos Públicos Preparação para provas Diversas síndromes

 

1- PREPARAÇÃO PARA CIRURGIAS - A hipnose é um recurso terapêutico eficaz na preparação psicológica e emocional de quem vai se submeter a cirurgias, proporcionando calma dos dias que antecedem o procedimento, serenidade e segurança no momento da operação, recuperação rápida e sem complicações no pós-cirúrgico.

2- MEDO DE TRATAMENTO DENTÁRIO  - Com a hipnose, pode-se prestar ajuda efetiva àquelas pessoas que possuem medo de dentista, ou que se sentem incomodadas, tensas, nervosas e ansiosas durante o tratamento odontológico.

3- PREPARAÇÃO PARA PROVAS, TESTES E CONCURSOS PÚBLICOS - A hipnose pode ajudar na preparação psicológica e emocional de quem fica tenso, nervoso, excessivamente preocupado e tem "brancos de memória" por ocasião de provas, testes e concursos públicos.

4- EXAME PSICOLÓGICO EM CANDITADOS À EMPREGO - Não somente o exame médico, as provas de conhecimento, a experiência profissional e as referências anteriores são importantes, na hora de contratar ou promover um empregado. Como saber se o candidato tem ou não equilíbrio e controle emocional? Se é ou não portador de uma síndrome psicopatológica séria? Se tem ou não controle sobre a própria agressividade? Se tem ou não tendências criminais? Se é ou não usuário de drogas? Com o exame psicológico individual, contando de entrevista, aplicação e análise de testes adequados a cada caso pode-se responder aquelas perguntas anteriores. Assim, não contrate qualquer empregado, como um segurança, um zelador ou um vigia do seu patrimônio, sem antes fazê-lo passar por um exame psicológico individual.

5- EMDR NO TRATAMENTO DE SÍNDROMES E FOBIAS
Utilização de técnicas EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) na Hipnoterapia para tratamento de fobias e outras síndromes.
 

É comum as pessoas ficarem curiosas para saber o que elas vivenciarão no transe. Tem algumas pessoas que imaginam que regressarão ao útero materno, outras imaginam que fatos importantes
vão ser revelados durante o mesmo, outras acreditam e portanto querem voltar a outras vidas passadas, etc. As expectativas das pessoas variam de acordo como aprenderam ou ouviram dizer sobre do que seja realmente o transe hipnótico.

Uma coisa é importante as pessoas saberem : cada transe é único, ou melhor, acontece a cada vez de maneira diferente. Isto porque cada momento da vida de uma pessoa também é diferente. Sendo assim, pode parecer, à primeira vista, difícil para uma pessoa saber se realmente esteve em transe ou não. Na verdade, como já foi dito, o transe é natural, e acontece tão naturalmente no nosso dia a dia, e na maioria das vezes tão rápido, que não nos damos conta. O que acontece no transe hipnótico é que ele pode se estender por um tempo maior, podendo assim a pessoa se dar conta das transformações que aconteceram com ela durante esse período.

Durante o transe hipnótico acontecem os fenômenos hipnóticos, e são estes que mostram para o hipnoterapeuta e, alguns para a própria pessoa que ela realmente esteve em transe. Muitos desses fenômenos acontecem naturalmente ou são induzidos pelo hipnólogo.

Hipnose imagem
HIPNOSE IMAGEM

Imagem utilizada para o transe na Hipnose.
HIPNOSE


 

A história da Hipnose

 

As evidências de hipnose como fenômeno aparecem através do tempo em todas as culturas antigas. A história moderna da hipnose começa com o médico alemão: Franz Anton Mesmer (1734-1815).

Ao longo dos anos passamos por: Pierre Janet (1849-1939); Emile Coue (1857-1926); Sigmund Freud (1856-1939); James Braid (1840) este responsável pela criação da palavra “hipnose”; James Esdaile (1846) e etc.

Porém foi Milton H. Erickson, considerado o líder practitioner mundial da hipnose. Ele foi psicólogo, psiquiatra e hipnoterapeuta e fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica.

O seu interesse pela hipnose teve inicio quando ele compareceu a uma demonstração de Clark Hall, um líder psicólogo e hipnólogo da época. Após a graduação na Universidade, ele foi indicado a um grande número de hospitais psiquiátricos. Ele foi responsável por treinar um grande número de psiquiatras, assim como estudantes de medicina. Ele colocou grande ênfase sobre a observação cuidadosa, a qual acreditava que aumentava as habilidades de qualquer hipnoterapeuta. Ele gostava de descrever terapia como uma forma de ajudar pacientes a expandir seus limites e ele passou sua própria vida fazendo apenas isso.

Nasceu daí a Hipnose Ericksoniana que é uma das abordagens que mais se utiliza em todo o mundo.

 

 

Mitos e verdades sobre a Hipnose

 

Mito da Inconsciência - Muitos pensam que estar hipnotizado significa estar inconsciente. Há aqueles que até desejam ficar inconscientes para que "todos os seus problemas lhes sejam tirados". Na verdade, o transe hipnótico é caracterizado por uma dissociação consciente/inconsciente onde a consciência está presente, e é desejável que esteja para participar no processo de cura. Por estar vivenciando uma experiência agradável eventualmente, a pessoa não se lembra do que foi falado, porque ficou distraída com pensamentos, imagens ou sons.


Mito de Confessar Segredos Sem Querer - Mesmo em transe profundo a mente conserva um sentido de vigilância que protege a integridade da pessoa. Na hipnose Ericksoniana raramente a pessoa é convidada a falar. O inconsciente é capaz de resolver silenciosamente os conflitos mais profundos.
 

Mito de Não Voltar do Transe - Se, eventualmente, por estar numa experiência muito agradável ou num transe mais profundo, a pessoa não aceitar a sugestão de voltar do transe, basta deixá-la mais algum tempo, e naturalmente, o transe hipnótico se transforma em sono fisiológico e ela acorda.
 

Mito de Ser Dominada Pelo Hipnoterapeuta - Na hipnose Ericksoniana o estado de transe é sempre uma auto-hipnose. O hipnoterapeuta é um facilitador, um companheiro de viagem, apenas alguém que está ao lado enquanto o inconsciente da pessoa trabalha.
 

Mito da Dependência - Um hipnoterapeuta cuidadoso tem sempre o cuidado de dar sugestões pós-hipnóticas de autonomia e liberdade. No dia a dia sua mente inconsciente pode continuar por si mesma com um processo natural e saudável de mudanças. Por isto a Hipnoterapia Ericksoniana é considerada uma terapia breve.
 

Mito de Que a Hipnose Possa Ser Prejudicial à Pessoa - O inconsciente é sábio e protetor, e absorve apenas aquilo que é saudável e útil. Naturalmente, como a hipnose é uma poderosa estratégia de comunicação com o inconsciente, só deve ser usado por pessoas devidamente treinadas, competentes e éticas. Uma pá é um excelente instrumento para remover terra, mas se for usado para atingir a cabeça de alguém pode matar.
 

Mito da Regressão - Hipnose não é regressão. A regressão é apenas um fenômeno hipnótico que pode ser usado quando necessário. Como explicado ao longo do texto, a hipnose é um fenômeno psíquico, um estado especial da mente que permite ações terapêuticas as mais diversas.
 

 

 

 

 
 

 


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