Esclerose múltipla, causas, sintomas, diagnostico, tratamento e cura

Neste artigo, vamos abordar o tema esclerose múltipla, explicando suas causas, quem é afetado, quais são os sintomas, como se faz o diagnostico, como é o tratamento e se esta doença tem cura. Encontre aqui tudo o que você quer saber sobre a esclerose múltipla, uma doença grave e que abala a vida das pessoas afetadas e de seus familiares.

 

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Esclerose Multipla

 

TUDO SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA

Um problema gravíssimo, um mal que pode incapacitar jovens e que muitas vezes, é confundido com doenças menos graves, como labirintite.

 

 

Encontre aqui: O que é - causas - como surge - sintomas - tratamento

 

 

 

O que é Esclerose Múltipla?

 

Denomina-se Esclerose pelo fato de, em resultado da doença, se formar um tecido parecido com uma cicatriz, que endurece, formando uma placa em algumas áreas do cérebro e médula espinhal. Denomina-se Múltipla, porque várias áreas dispersas do cérebro e médula espinhal são afetadas.


É uma doença do Sistema Nervoso Central, lentamente progressiva, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização (perda da substância - mielina - que envolve os nervos) no crânio e medula espinhal , dando lugar a sintomas e sinais neurológicos sumamente variados e múltiplos, às vezes com remissões, outras com exacerbações, tornando o diagnóstico e o prognóstico discutíveis.

Doença neuroimunológica (que envolve o sistema nervoso e de defesa) de causa desconhecida que apresenta lesões no Sistema Nervoso Central (SNC). Caracteriza-se por surtos periódicos e tende a piorar a cada crise. Pode também ser progressiva, com piora constante. Lesa a mielina, camada que recobre o nervo e liga o cérebro ao corpo.

O que é Esclerose Múltipla.


 

O que causa a Esclerose Múltipla?

 

Tudo sobre a esclerose múltipla.

Embora se saiba muito sobre os mecanismos envolvidos no processo da esclerose múltipla, sua causa permanece de difícil compreensão.

Não existem causas conhecidas para a esclerose múltipla, entretanto estudam-se causas do tipo anomalias imunológicas, infecção produzida por um vírus latente ou lento e mielinólise por enzimas.

Observações de casos familiares sugerem suscetibilidade genética e as mulheres são um pouco mais afetadas do que os homens.

Podemos dizer que atualmente há maior número de casos do que nos anos 50, e que as manifestações surgem entre os 20 e os 40 anos de idade, sendo que essa enfermidade teria menor prevalência e incidência na América Latina, principalmente no Brasil, pois é mais comum em climas temperados do que em climas tropicais.

 

O nosso corpo possui um complexo sistema contra invasões externas, com mecanismos de defesa capazes de reconhecer praticamente qualquer tipo de agressão ou invasão.

A complexidade desse sistema está na habilidade de distinção de três agentes principais: o que é danoso para o organismo, o que é parte integrante dele (como células, tecidos e órgão) e o que é externo, mas não traz danos (como os alimentos, por exemplo).

Para nossa contínua proteção, dispomos de uma espécie de arquivo de anticorpos em nosso organismo. O corpo consegue identificar todos os agentes externos que já estiveram em contato conosco desde o nascimento e prepara-se para se defender rapidamente com as armas que possui.

É durante a nossa formação enquanto feto, no útero da mãe, que o sistema imunológico é composto. O seu primeiro trabalho é reconhecer tudo que é próprio do corpo para, mais tarde, reconhecer o que é estranho a ele.

As doenças autoimunes - como diabetes, lúpus, vitiligo, artrite reumatoide e esclerose múltipla, entre outras – ocorrem exatamente quando o sistema de defesa deixa de reconhecer o que é próprio e passa a produzir anticorpos contra células, tecidos e órgãos do corpo.
 

No caso específico da Esclerose Múltipla, a autoimunidade compromete principalmente a chamada bainha de mielina, que pode ser identificada como uma capa que envolve os nossos condutores nervosos (que levam impulsos do corpo ao cérebro e vice-versa) e que permite uma condução mais rápida e energética dos impulsos nervosos.

No caso da esclerose múltipla, o organismo cria anticorpos contra a bainha de mielina e passa a não reconhecê-la. Pelo comprometimento dessa capa isolante, os impulsos se dispersam e o indivíduo deixa de ter controle dos comandos do cérebro.

Esclerose multipla: entenda tudo aqui.



Estatística sobre a Esclerose Múltipla

10 em cada 100 mil habitantes têm a doença no Brasil

É mais comum em mulheres que em homens

Manifesta-se, em média, entre os 18 e 45 anos de idade

 

Como surge a Esclerose Múltipla?

A comunicação entre o cérebro e o resto do corpo (células, tecidos e órgãos) é feita através de uma rede de nervos, cuja via central é a medula espinhal, de onde saem fibras nervosas para todas as partes do organismo.

a esclerose

A rede nervosa é constituída por milhares de células especializadas, que conduzem todo o tipo de mensagem vital para a saúde do corpo. São, principalmente, os neurônios.

A esclerose múltipla começa com um distúrbio no sistema imunológico. Algumas células de defesa, que devem proteger o organismo, estranham-no e passam a destruí-lo. A camada de mielina é lesada.

As células e a esclerose.

esclerose causa dano a mielina

O dano à mielina, que tem como função conduzir os estímulos nervosos, impede a transmissão das mensagens entre o cérebro e o resto do corpo.

 

Sintomas da Esclerose Múltipla

O início da esclerose múltipla pode ser insidioso ou abrupto, e os sintomas podem ir desde algo que possa ser ignorado por meses ou anos até sintomas bastante graves.

Os pacientes referem problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força, fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades, dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.

A evolução é imprevisível e muito variada. No início podem haver períodos longos de meses ou anos entre um episódio ou outro, mas os intervalos tendem a diminuir e eventualmente ocorre a incapacitação progressiva e permanente. Alguns pacientes se tornam rapidamente incapacitados. Quando a doença se apresenta na meia-idade a progressão é rápida e sem melhoras e às vezes fatal em apenas um ano.

Na maioria dos portadores, a doença provoca uma série de crises. Os sintomas podem ser discretos ou intensos, aparecer e desaparecer. Muitas vezes, as manifestações do mal são confundidas com outras doenças, menos graves, como labirintite.

 

Sintomas da esclerose multipla.

Veja os sintomas da esclerose múltipla.

Aprenda os sintomas da esclerose multipla.

Esclerose múltipla: conheça os sintomas.

 

Como se faz o diagnóstico da Esclerose Múltipla?

Não existe um exame definitivo único. São necessários as informações da anamnese e o preenchimento de critérios clínicos padronizados para saber se a pessoa possui esclerose múltipla. São exigidos dois ou mais sintomas. Estes sintomas devem ser distintos, prolongados por mais de um dia, e pelo menos um dos dois sintomas devem estar presentes no exame neurológico, atentando para que se observe em intervalo mínimo de 28 dias.

Então existem três tipos de amostras que podem ser utilizadas para confirmar se a pessoa é portadora da esclerose múltipla: o líquor (Líquido Cefalorraquidiano), a urina, e o sangue. Mas ainda não existe um exame 100% especifico, pois se trata de uma doença de difícil identificação.

O diagnóstico possível e provável dependerá da experiência do neurologista que, auxiliado pelos exames para-clínicos citados, tais como: Ressonância Magnética, líquido cefalorraquidiano, potenciais evocados e outros, chegará ao diagnóstico definitivo, sem praticamente precisar do exame anátomo-patológico.

Esclerose múltipla: ressonância confirma os sintomas.              Ressonância para confirmar a doença da esclerose múltipla.

Através da ressonância magnética, são notadas as lesões que surgem no sistema nervoso. Na imagem acima, é possível observar um exemplo de como as manchas brancas podem acusar as regiões do cérebro afetadas pela doença.


Como se trata a Esclerose Múltipla?

Quanto ao tratamento, além dos cuidados gerais, recomenda-se fisioterapia e psicoterapia. Usam-se antivirais como Amantadina, Aciclovir, Interferon, Imunossupressores, ACTH, Corticóides que, se não curam, poderão melhorar às vezes sensivelmente a sintomatologia, sobretudo Pulsoterapia corticóide, acompanhado ocasionalmente por plasmaferese, são algumas armas utilizadas com o intuito de combater a doença, porém devemos reconhecer que são sumamente dispendiosos e com resultados discutíveis. Inobstante poder combater os sintomas como a espasticidade (droga antiespástica), toxinas botulínica, betabloqueadores e as dores raras do Trigêmeo (carbamazepina e clonazepam), inequívocamente auxiliam a vida dos pacientes, que apresentam sempre um sinal de interrogação no seu prognóstico.

Infelizmente, a doença atualmente não tem cura, apesar de alguns medicamentos, como os citados no parágrafo anterior em alguns casos reduzirem a intensidade dos surtos, tornando menos freqüentes as ocorrências e oferecendo uma melhora na qualidade de vida do paciente. Os remédios são distribuídos pelo serviço público de saúde e devem ser exigidos. O médico precisa sempre acompanhar o paciente para controlar possíveis efeitos colaterais. O tratamento também pode envolver além da fisioterapia e da psicoterapia, terapia corporal, hidroterapia e exercícios físicos.

 

 

 

 


 

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Se você leu com atenção todo o texto escrito por nossos especialistas, com certeza já sabe o que é Esclerose Múltipla.