Calculo Renal é sinonimo de Litíase, pedra nos rins ou cálculo renal. Qualquer pessoa que passe por um episódio de cólica renal, pode garantir que não existe uma dor mais forte que esta. O calculo renal é um problema ocasionado por disfunção metabólica e que causa muita dor na maioria das vezes. Esta doença é denominada pelos médicos como litíase e popularmente conhecida como pedra nos rins. É uma doença bastante comum, com uma incidência em torno de 3% da população, e com grande taxa de recorrência. Como ocorre? E como prevenir o aparecimento de novos cálculos? Leia neste artigo essas e outras informações sobre os cálculos renais.

 

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CÁLCULO RENAL: TUDO SOBRE CÁLCULOS RENAIS

Os cálculos renais podem conter variáveis combinações de elementos químicos. O tipo mais comum de cálculo renal contém cálcio em combinação com oxalato ou fosfato (que estão presentes em uma dieta normal e fazem parte dos ossos e músculos). Esses cálculos representam 75% de todos os cálculos renais. Apesar de na maioria das vezes os cálculos surgirem devido a uma disfunção metabólica, a causa exata da formação dos cálculos nem sempre é a mesma. Já se sabe que não são necessariamente os alimentos que causam cálculos renais em pessoas não susceptíveis. Em geral o primeiro sintoma de um cálculo renal é uma dor intensa. Todo cálculo renal maior que 3mm necessita de algum tipo de tratamento.

O que é Calculo Renal, causas, sintomas, tratamento.

 

Cálculo Renal Sintomas Causas Diagnóstico

Tratamento

 

Os cálculos urinários são massas semelhantes a pedras que se formam em qualquer local do trato urinário e podem causar dor, sangramento, obstrução do fluxo urinário ou uma infecção.
 

Dependendo de onde o cálculo se formou, ele pode ser denominado cálculo renal (originário do rim) ou cálculo vesical (originário da bexiga). O processo de formação de calculos é denominado urolitíase (litíase renal, nefrolitíase).

Anualmente, aproximadamente 1 em cada 1.000 indivíduos adultos norte-americanos é hospitalizado por causa de cálculos no trato urinário. No Brasil ainda não existe um número exato, mas os dados também são alarmantes. Os cálculos podem ser formados em razão da urina tornar-se muito saturada de sais que podem formar cálculos ou devido ao fato dela não possuir os inibidores usuais da formação de cálculos. Aproximadamente 80% dos cálculos são compostos por cálcio. O restante é formado por várias substâncias (ácido úrico, cistina e estruvita). Os cálculos de estruvita (uma mistura de magnésio, amônio e fosfato) também são denominados cálculos infecciosos, pois eles somente se formam na urina infectada.

calculo renal

CALCULO RENAL

O tamanho dos cálculos varia bastante. Eles podem ser microscópicos ou podem atingir 2,5 cm ou mais de diâmetro. Um cálculo grande, (coraliforme ou em chifre de veado) pode ser moldado pela pelve renal e preenchê-la quase que totalmente, assim como os tubos que desembocam na pelve renal (cálices).

Os cálculos, especialmente os pequenos, podem ser assintomáticos. Os cálculos vesicais podem causar dor na região abdominal inferior. Os cálculos que obstruem o ureter, a pelve renal ou qualquer um dos seus tubos de drenagem podem causar dor lombar ou uma dor tipo cólica intensa (cólica renal ou nefrética). A cólica renal caracteriza-se por uma dor intermitente e excruciante, habitualmente no flanco, a qual irradia para o abdômen e, frequentemente, até a área genital e a face medial (interna) da coxa. Outros sintomas incluem a náusea, o vômito, a distensão abdominal, calafrios, a febre e a presença de sangue na urina. O indivíduo pode apresentar desejo frequente de urinar, sobretudo durante a passagem de um cálculo pelo ureter.

Calculo Renal: Problema nos Rins - Pedra nos rins - Cálculo Renal

Os cálculos podem causar infecção do trato urinário. Quando eles causam obstrução do fluxo urinário, ocorre o acúmulo de bactérias na urina retida acima do ponto de obstrução, acarretando uma infecção. Quando o bloqueio causado por um cálculo é prolongado, a urina reflui para o rim, produzindo uma pressão que pode dilatá-lo (hidronefrose) e, finalmente, causando uma lesão.

Os calculos renais assintomáticos podem ser descobertos acidentalmente durante a realização de um exame de urina de rotina (urinálise). Os calculos renais que causam dor geralmente são diagnosticados através dos sintomas de cólica renal, juntamente com a dor à palpação na região lombar e na região inguinal ou dor na área genital sem causa aparente. A análise microscópica da urina pode revelar a presença de sangue ou de pus e também de pequenos cristais que formam calculos renais. Normalmente, não é necessária a realização de outros exames, exceto quando a dor persiste muitas horas ou quando o diagnóstico não é seguro.

 

Exames adicionais que podem ajudar no estabelecimento do diagnóstico envolvem a coleta da urina e de amostras de sangue, nas quais são mensuradas as concentrações de cálcio, de cistina, de ácido úrico e de outras substâncias que sabidamente podem produzir cálculos.

As radiografias do abdômen podem revelar a presença de cálculos de cálcio e de estruvita. Quando necessário, outros procedimentos podem ser realizados. Na urografia intravenosa, é realizada a injeção intravenosa de um contraste (substância radiopaca) visível nas radiografias, o qual atinge os rins e delineia os cálculos de ácido úrico, permitindo a sua visualização. Na urografia retrógrada, o contraste é injetado no trato urinário através da uretra.

 

Pedra nos rins, calculo renal e a Litotripsia.

Calculo Renal e a Litotripsia

Muitos urologistas recomendam este procedimento, buscando eliminar os cálculos renais com auxílio de ondas produzidas por um aparelho chamado litotriptor (eletroidráulico, eletromagnético ou piezoelétrico),  através de um procedimento denominado litotripsia extracorpórea por ondas de choque. Após o cálculo ser localizado com o auxílio de um aparelho de ultrassom ou de um fluoroscópio, o litotriptor é colocado sobre as costas e ondas são emitidas sobre o cálculo, com o objetivo de quebrar as pedras em pedaços menosres que possam ser eliminados com a urina.

A seguir, o paciente ingere líquido para ajudar a expulsar os fragmentos do rim e eliminá-los na urina. Algumas vezes, o paciente pode apresentar sangue na urina ou um hematoma superficial no abdômen após a realização do procedimento. Nem sempre o procedimento é eficaz.

Tudo sobre cálculo renal e a litotripsia.

A Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO) foi desenvolvida na Alemanha em 1980 por Chaussy & Cols.

O método baseia-se na geração, concentração e focalização à distância das ondas de choque disparadas no cálculo a ser fragmentado.

A litotripsia ainda é o método mais utilizado pelos urologistas no Brasil, mas é importante explicar que desde 2007 as pesquisas demonstram que a litotripsia (fragmentação por ondas de choque externa), pode desencadear o  desenvolvimento de diabets mellitus (16.8%) e hipertensão arterial (36.4%), o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas.

Uma opção que vem ganhando espaço no lugar da litotripsia é a endoscopia flexível com Holmium Laser, a qual oferece resultados muito melhores, com taxas de sucesso muito mais altas e sem o risco de deixar pequenos fragmentos capazes de causar complicações para os rins. "Uma fibra flexível é inserida pelo canal urinário até chegar no local em que se encontra o cálculo, onde é utilizado o Holmium Laser para pulverizar a pedra", comenta o urologista.

Médicos já indicam a endoscopia flexível com Holmium Laser

 

 

 

Apesar do alto custo do equipamento, do medo de alguns pacientes em inserir a fibra pelo canal urinário e dos poucos médicos que já utilizam este moderno procedimento, a endoscopia flexível com Holmium Laser possui resultados espetaculares, resolvendo o problema rapidamente e sem causar nenhum tipo de reação ou problema posterior. Atualmente é o procedimento médico mais rápido, eficaz e que não oferece riscos ao paciente. No procedimento, o médico, utilizando-se dos orifícios e trajetos naturais do corpo humano e com o uso de instrumentos de visualização flexíveis (óticas flexíveis) e fibras óticas, conduz o laser até o local em que se encontra o cálculo e utiliza o Holmium laser para pulverizar a pedra. Com o uso desta técnica, o cálculo se reduz a fragmentos de espessura inferior a 1mm e passa a ser facilmente expelido pela urina.

 

 

 

A maioria dos médicos urologistas ainda recomendam e utilizam métodos cirúrgicos e litotripsia no tratamento de seus pacientes com litíase, porém, um produto que tem conquistado adeptos por dissolver os cálculos renais de forma natural e indolor é o NQI.

Dr. Garcia explica sobre o uso do NQI para tratamento de cálculo renal

Dr. Bernardo J. Garcia

Médico Nefrologista.

Dentre as soluções de tratamento disponíveis para os quadros de litíase, o NQI tem se mostrado bastante eficaz. Lamentavelmente muitas pessoas sofrem com o problema por desconhecimento. "Obviamente que a eficácia e o tempo de dissolução vai depender do tamanho das pedras, da constituição, da quantidade de substâncias inibidoras ou formadoras de depósitos minerais cristalizados na urina, dentre outros fatores ligados ao funcionamento de cada organismo, mas acompanhamentos clínicos demonstram que o NQI tem dissolvido os cálculos renais em um período que tende a variar de 30 a 120 dias", explica o Dr. Bernando H. Garcia - Médico Nefrologista.

 

 

Dr. Luciano M. Linder, especialista em nefrologia, também recomenda o uso do NQI sem restrições. Segundo ele, o produto deveria ser utilizado não somente para o tratamento de cálculos urinários, mas também, como um suplemento nutricional antioxidante no combate aos radicais livres. "O NQI definitivamente traz inúmeros benefícios a saúde de quem o utiliza", complementa o Dr. Linder. Dessa forma, evitando o surgimento de inúmeras doenças.

Calculo renal tratamento: Dr. Linder também recomenda o uso de NQI para tratar pedra nos rins

Dr. Luciano M. Linder

Especialista em Nefrologia

Acompanhamentos clínicos mostram que aproximadamente 97% dos pacientes que utilizaram o produto tiveram seus cálculos totalmente dissolvidos. Interessante que o composto não possui nenhuma contra-indicação, sendo classificado como suplemento nutricional e podendo ser utilizado por qualquer pessoa, mesmo aquelas com diabetes e pressão alta, inclusive sem a necessidade de receita ou prescrição médica.

Não existem registros de efeitos colaterais ou qualquer tipo de problema ocasionado pelo uso do produto, o qual é vendido pelo fabricante como suplemento alimentar para aumentar a qualidade de vida das pessoas.

 

Como a formação dos cálculos renais normalmente ocorre devido a uma disfunção metabólica, a recorrência acaba sendo muito provável, portanto, a prevenção é sempre muito importante. Quem já teve pedra nos rins, sempre estará susceptível à formação de novas pedras. A taxa de recorrência é de 10% no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60% em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de prevenção.

 

Após os cálculos renais serem eliminados, é possível evitar que eles venham a se formar novamente com o uso continuado do NQI.

 

Para os cálculos de estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua remoção é importante manter a urina livre da bactéria que pode causar a infecção. Exames de urina regulares são indicados para monitorar a presença da bactéria da urina.

 

 

 

 

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