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CÁLCULO RENAL

Saiba mais sobre o que é Calculo Renal e as formas de tratamento.

 

Cálculo Renal Sintomas Causas Diagnóstico

Tratamento

 

Os cálculos urinários são massas semelhantes a pedras que se formam em qualquer local do trato urinário e podem causar dor, sangramento, obstrução do fluxo urinário ou uma infecção.

 

Dependendo de onde o cálculo se formou, ele pode ser denominado cálculo renal (originário do rim) ou cálculo vesical (originário da bexiga). O processo de formação de calculos é denominado urolitíase (litíase renal, nefrolitíase).

Anualmente, aproximadamente 1 em cada 1.000 indivíduos adultos norte-americanos é hospitalizado por causa de cálculos no trato urinário. No Brasil ainda não existe um número exato, mas os dados também são alarmantes. Os cálculos podem ser formados em razão da urina tornar-se muito saturada de sais que podem formar cálculos ou devido ao fato dela não possuir os inibidores usuais da formação de cálculos. Aproximadamente 80% dos cálculos são compostos por cálcio. O restante é formado por várias substâncias (ácido úrico, cistina e estruvita). Os cálculos de estruvita (uma mistura de magnésio, amônio e fosfato) também são denominados cálculos infecciosos, pois eles somente se formam na urina infectada.

CALCULO RENAL

O tamanho dos cálculos varia bastante. Eles podem ser microscópicos ou podem atingir 2,5 cm ou mais de diâmetro. Um cálculo grande, (coraliforme ou em chifre de veado) pode ser moldado pela pelve renal e preenchê-la quase que totalmente, assim como os tubos que desembocam na pelve renal (cálices).

Os cálculos, especialmente os pequenos, podem ser assintomáticos. Os cálculos vesicais podem causar dor na região abdominal inferior. Os cálculos que obstruem o ureter, a pelve renal ou qualquer um dos seus tubos de drenagem podem causar dor lombar ou uma dor tipo cólica intensa (cólica renal ou nefrética). A cólica renal caracteriza-se por uma dor intermitente e excruciante, habitualmente no flanco, a qual irradia para o abdômen e, freqüentemente, até a área genital e a face medial (interna) da coxa. Outros sintomas incluem a náusea, o vômito, a distensão abdominal, calafrios, a febre e a presença de sangue na urina. O indivíduo pode apresentar desejo freqüente de urinar, sobretudo durante a passagem de um cálculo pelo ureter.

Os cálculos podem causar infecção do trato urinário. Quando eles causam obstrução do fluxo urinário, ocorre o acúmulo de bactérias na urina retida acima do ponto de obstrução, acarretando uma infecção. Quando o bloqueio causado por um cálculo é prolongado, a urina reflui para o rim, produzindo uma pressão que pode dilatá-lo (hidronefrose) e, finalmente, causando uma lesão.

Os calculos renais assintomáticos podem ser descobertos acidentalmente durante a realização de um exame de urina de rotina (urinálise). Os calculos renais que causam dor geralmente são diagnosticados através dos sintomas de cólica renal, juntamente com a dor à palpação na região lombar e na região inguinal ou dor na área genital sem causa aparente. A análise microscópica da urina pode revelar a presença de sangue ou de pus e também de pequenos cristais que formam calculos renais. Normalmente, não é necessária a realização de outros exames, exceto quando a dor persiste muitas horas ou quando o diagnóstico não é seguro.

Exames adicionais que podem ajudar no estabelecimento do diagnóstico envolvem a coleta da urina e de amostras de sangue, nas quais são mensuradas as concentrações de cálcio, de cistina, de ácido úrico e de outras substâncias que sabidamente podem produzir cálculos.

As radiografias do abdômen podem revelar a presença de cálculos de cálcio e de estruvita. Quando necessário, outros procedimentos podem ser realizados. Na urografia intravenosa, é realizada a injeção intravenosa de um contraste (substância radiopaca) visível nas radiografias, o qual atinge os rins e delineia os cálculos de ácido úrico, permitindo a sua visualização. Na urografia retrógrada, o contraste é injetado no trato urinário através da uretra.

 

Litotripsia

Muitos urologistas recomendam este procedimento, buscando eliminar os cálculos renais com auxílio de ondas produzidas por um aparelho chamado litotriptor (eletroidráulico, eletromagnético ou piezoelétrico),  através de um procedimento denominado litotripsia extracorpórea por ondas de choque. Após o cálculo ser localizado com o auxílio de um aparelho de ultrassom ou de um fluoroscópio, o litotriptor é colocado sobre as costas e ondas são emitidas sobre o cálculo, com o objetivo de quebrar as pedras em pedaços menosres que possam ser eliminados com a urina.

A seguir, o paciente ingere líquido para ajudar a expulsar os fragmentos do rim e eliminá-los na urina. Algumas vezes, o paciente pode apresentar sangue na urina ou um hematoma superficial no abdômen após a realização do procedimento. Nem sempre o procedimento é eficaz.

A Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO) foi desenvolvida na Alemanha em 1980 por Chaussy & Cols.

O método baseia-se na geração, concentração e focalização à distância das ondas de choque disparadas no cálculo a ser fragmentado.

A litotripsia ainda é o método mais utilizado pelos urologistas no Brasil, mas é importante explicar que desde 2007 as pesquisas demonstram que a litotripsia (fragmentação por ondas de choque externa), pode desencadear o  desenvolvimento de diabets mellitus (16.8%) e hipertensão arterial (36.4%), o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas.

Apesar de muitos médicos ainda recomendarem e utilizarem métodos cirúrgicos e litotripsia no tratamento de seus pacientes com litíase, um número cada vez maior de pessoas tem utilizado como tratamento alternativo o produto NQI para dissolver os cálculos renais de forma natural e indolor.

Dr. Flávio H. Garcia

Médico Nefrologista.

Sem dúvida o NQI tem sido a solução mais eficaz para o tratamento de quadros de litíase. Lamentavelmente muitas pessoas sofrem com o problema por desconhecimento. "Obviamente que a eficácia e o tempo de dissolução vai depender do tamanho das pedras, da constituição, da quantidade de substâncias inibidoras ou formadoras de depósitos minerais cristalizados na urina, dentre outros fatores ligados ao funcionamento de cada organismo, mas acompanhamentos clínicos demonstram que o NQI tem dissolvido os cálculos renais em um período que tende a variar de 30 a 120 dias", informa o Dr. Flávio H. Garcia - Médico Nefrologista.

 

 

 

Dr. Clóvis M. Bruder, especialista em nefrologia, também recomenda o uso do NQI sem restrições. Segundo ele, o produto deveria ser utilizado não somente para o tratamento de cálculos urinários, mas também, como um suplemento nutricional antioxidante no combate aos radicais livres. "O NQI definitivamente traz inúmeros benefícios a saúde de quem o utiliza", complementa o Dr. Bruder. Dessa forma, evitando o surgimento de inúmeras doenças. 

Dr. Clóvis M. Bruder

Especialista em Nefrologia.

Os especialistas que prestam informações em nosso site também relatam casos em que o uso do NQI tem se mostrado eficiente, tanto na dissolução das formações cristalinas como as pedras nos rins, quanto em prevenção e tratamento de artrite, artrose, gota, entre outros problemas relacionados a deposição de minerais no organismo.

Acompanhamentos clínicos mostram que aproximadamente 97% dos pacientes que utilizaram o produto tiveram seus cálculos totalmente dissolvidos. Interessante que o composto não possui nenhuma contra-indicação, trazendo ainda vários outros benefícios ao organismo, além de combater os radicais livres, retardando o processo de envelhecimento.

Após os cálculos renais serem eliminados, é possível evitar que eles venham a se formar novamente com o uso continuado do NQI.

 

A prevenção é sempre muito importante. Como a formação dos cálculos renais normalmente ocorre devido a uma disfunção metabólica, a recorrência acaba sendo muito provável. Quem já teve pedra nos rins, sempre estará susceptível à formação de novas pedras. A taxa de recorrência é de 10% no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60% em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de prevenção.

 

Para os cálculos de estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua remoção é importante manter a urina livre da bactéria que pode causar a infecção. Exames de urina regulares são indicados para monitorar a presença da bactéria da urina.

 

 

Pedra nos Rins ?

Prevenção e novos tratamentos.

Verdades e Mitos sobre o tema.

www.calculorenal.org

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