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O tamanho dos cálculos varia
bastante. Eles podem ser microscópicos ou podem atingir
2,5 cm ou mais de diâmetro. Um cálculo grande, (coraliforme
ou em chifre de veado) pode ser moldado pela pelve renal
e preenchê-la quase que totalmente, assim como os tubos
que desembocam na pelve renal (cálices).
Os cálculos, especialmente os
pequenos, podem ser assintomáticos. Os cálculos vesicais
podem causar dor na região abdominal inferior. Os
cálculos que obstruem o ureter, a pelve renal ou
qualquer um dos seus tubos de drenagem podem causar dor
lombar ou uma dor tipo cólica intensa (cólica renal ou
nefrética). A cólica renal caracteriza-se por uma dor
intermitente e excruciante, habitualmente no flanco, a
qual irradia para o abdômen e, frequentemente, até a
área genital e a face medial (interna) da coxa. Outros
sintomas incluem a náusea, o vômito, a distensão
abdominal, calafrios, a febre e a presença de sangue na
urina. O indivíduo pode apresentar desejo frequente de
urinar, sobretudo durante a passagem de um cálculo pelo
ureter.
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Os cálculos podem causar infecção do
trato urinário. Quando eles causam obstrução do fluxo
urinário, ocorre o acúmulo de bactérias na urina retida
acima do ponto de obstrução, acarretando uma infecção.
Quando o bloqueio causado por um cálculo é prolongado, a
urina reflui para o rim, produzindo uma pressão que pode
dilatá-lo (hidronefrose) e, finalmente, causando uma
lesão. |
Os calculos renais assintomáticos podem ser
descobertos acidentalmente durante a realização de um
exame de urina de rotina (urinálise). Os calculos renais que
causam dor geralmente são diagnosticados através dos
sintomas de cólica renal, juntamente com a dor à
palpação na região lombar e na região inguinal ou dor na
área genital sem causa aparente. A análise microscópica
da urina pode revelar a presença de sangue ou de pus e
também de pequenos cristais que formam calculos renais.
Normalmente, não é necessária a realização de outros
exames, exceto quando a dor persiste muitas horas ou
quando o diagnóstico não é seguro.
Exames adicionais que podem ajudar no
estabelecimento do diagnóstico envolvem a coleta da
urina e de amostras de sangue, nas quais são mensuradas
as concentrações de cálcio, de cistina, de ácido úrico e
de outras substâncias que sabidamente podem produzir
cálculos.
As radiografias do abdômen podem
revelar a presença de cálculos de cálcio e de estruvita.
Quando necessário, outros procedimentos podem ser
realizados. Na urografia intravenosa, é realizada a
injeção intravenosa de um contraste (substância
radiopaca) visível nas radiografias, o qual atinge os
rins e delineia os cálculos de ácido úrico, permitindo a
sua visualização. Na urografia retrógrada, o contraste é
injetado no trato urinário através da uretra.
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Calculo Renal e a Litotripsia
Muitos
urologistas recomendam este procedimento,
buscando eliminar os cálculos renais com
auxílio de ondas produzidas por um aparelho
chamado litotriptor (eletroidráulico,
eletromagnético ou piezoelétrico), através de um procedimento
denominado litotripsia extracorpórea por
ondas de choque. Após o cálculo ser
localizado com o auxílio de um aparelho de
ultrassom ou de um fluoroscópio, o
litotriptor é colocado sobre as costas e
ondas são emitidas sobre o cálculo,
com o objetivo de quebrar as pedras em
pedaços menosres que possam ser eliminados
com a urina.
A seguir, o paciente
ingere líquido para ajudar a expulsar os
fragmentos do rim e eliminá-los na urina.
Algumas vezes, o paciente pode apresentar
sangue na urina ou um hematoma superficial
no abdômen após a realização do
procedimento. Nem sempre o procedimento é
eficaz.
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A Litotripsia Extracorpórea por Ondas
de Choque (LECO) foi desenvolvida na Alemanha em
1980 por Chaussy & Cols.
O método baseia-se na geração,
concentração e focalização à distância das ondas de
choque disparadas no cálculo a ser fragmentado.
A
litotripsia ainda é o método mais utilizado pelos
urologistas no Brasil, mas é importante explicar que
desde 2007 as pesquisas demonstram que a litotripsia (fragmentação por ondas de
choque externa), pode desencadear o desenvolvimento de
diabets mellitus (16.8%) e hipertensão arterial (36.4%),
o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de
choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas.
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Uma opção que
vem ganhando espaço no lugar da litotripsia
é a endoscopia flexível com Holmium Laser, a
qual oferece resultados muito melhores, com
taxas de sucesso muito mais altas e sem o
risco de deixar pequenos fragmentos capazes
de causar complicações para os rins. "Uma
fibra flexível é inserida pelo canal
urinário até chegar no local em que se
encontra o cálculo, onde é utilizado o
Holmium Laser para pulverizar a pedra",
comenta o urologista. |

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Apesar do alto
custo do equipamento, do medo de alguns
pacientes em inserir a fibra pelo canal
urinário e dos poucos médicos que já
utilizam este moderno procedimento, a
endoscopia flexível com Holmium
Laser possui resultados espetaculares,
resolvendo o problema rapidamente e sem causar
nenhum tipo de reação ou problema posterior.
Atualmente é o procedimento médico mais rápido, eficaz e que
não oferece riscos ao paciente. No procedimento, o
médico, utilizando-se dos orifícios e trajetos
naturais do corpo humano e com o uso de instrumentos
de visualização flexíveis (óticas flexíveis) e
fibras óticas, conduz o laser até o local em que se
encontra o cálculo e utiliza o Holmium laser para
pulverizar a pedra. Com o uso desta técnica,
o cálculo se reduz a fragmentos de espessura
inferior a 1mm e passa a ser facilmente
expelido pela urina. |
A maioria dos médicos urologistas ainda
recomendam e utilizam métodos cirúrgicos e litotripsia no tratamento de seus pacientes com litíase,
porém, um produto que tem conquistado adeptos por
dissolver os cálculos renais de forma natural e indolor
é o NQI.
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Dr. Bernardo
J. Garcia
Médico
Nefrologista. |
Dentre as soluções de tratamento disponíveis
para os quadros de litíase, o NQI tem se
mostrado bastante eficaz. Lamentavelmente muitas pessoas
sofrem com o problema por desconhecimento.
"Obviamente que a eficácia e o tempo de
dissolução vai depender do tamanho das
pedras, da constituição, da quantidade de
substâncias inibidoras ou formadoras de
depósitos minerais cristalizados na urina,
dentre outros fatores ligados ao
funcionamento de cada organismo, mas
acompanhamentos clínicos demonstram que o
NQI tem dissolvido os cálculos renais em um
período que tende a variar de 30 a 120 dias",
explica o Dr. Bernando H. Garcia - Médico
Nefrologista. |
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Dr. Luciano M. Linder,
especialista em nefrologia, também recomenda o uso do
NQI sem restrições. Segundo ele, o
produto deveria ser utilizado não somente
para o tratamento de cálculos urinários, mas
também, como um suplemento nutricional
antioxidante no combate aos radicais livres.
"O NQI definitivamente traz inúmeros
benefícios a saúde de quem o utiliza",
complementa o Dr. Linder. Dessa forma,
evitando o surgimento de inúmeras doenças. |

Dr. Luciano M.
Linder
Especialista
em Nefrologia |
Acompanhamentos clínicos mostram que
aproximadamente 97% dos pacientes que utilizaram o
produto tiveram seus cálculos totalmente dissolvidos.
Interessante que o composto não possui nenhuma
contra-indicação, sendo classificado como suplemento
nutricional e podendo ser utilizado por
qualquer pessoa, mesmo aquelas com diabetes e pressão alta,
inclusive sem a necessidade de receita ou prescrição
médica.
Não existem registros de efeitos colaterais ou qualquer
tipo de problema ocasionado pelo uso do produto, o qual
é vendido pelo fabricante como suplemento alimentar para
aumentar a qualidade de vida das pessoas.
Como a formação dos cálculos renais
normalmente ocorre devido a uma disfunção metabólica, a
recorrência acaba sendo muito provável, portanto, a
prevenção é sempre muito importante.
Quem já teve pedra nos rins, sempre estará susceptível à
formação de novas pedras. A taxa de recorrência é de 10%
no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60%
em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de
prevenção.
Após os cálculos renais serem eliminados, é possível
evitar que eles venham a se formar novamente com
o uso continuado do
NQI.
Para os cálculos de
estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua
remoção é importante manter a urina livre da bactéria
que pode causar a infecção. Exames de urina regulares
são indicados para monitorar a presença da bactéria da
urina.
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