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CÁLCULO BILIARSaiba mais sobre o que é Cálculo Biliar (pedra na vesícula) e as formas de tratamento.
"A vesícula biliar é um órgão que se localiza junto ao fígado e tem a função de armazenar a bile, a qual é produzida pelo fígado, e liberada no intestino após as refeições. A bile ajuda na digestão das gorduras e tem um alto teor de sais biliares, que são produzidos a partir de colesterol. Assim, a vesícula funciona como uma bolsa armazenadora desses sais biliares, ricos em colesterol. Nos intervalos entre as refeições, a parte líquida da bile vai sendo absorvida pelas paredes da vesícula, fazendo com que a mesma fique mais concentrada, ou seja, menor quantidade de água. Este é o mecanismo pelo qual começam a se formar os cálculos ou pedras".
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Sintomas
Algumas vezes, os cálculos biliares (pedras na vesícula) podem não causar nenhum sintoma, de forma que o indivíduo nem imagina que tem esse problema. Os sintomas surgem principalmente quando ocorre inflamação da vesícula ou quando o cálculo migra para os canais que conduzem a bile.
No caso da migração das pedras na vesícula, elas acabam obstruindo os canais, pois esses são muito estreitos. Com isso, a pressão dentro da vesícula aumenta e ocorre distensão (como se ela aumentasse de tamanho muito rápido), levando ao sintoma mais característico: a chamada cólica biliar. Essa dor aparece na região da "boca do estômago", vai aumentando de intensidade e passa a localizar-se mais para o lado direito do abdome. O indivíduo pode também contar que sente dor no ombro direito ou nas costas. Nos casos sem complicações, dura até uma hora. Pode ser desencadeada após refeição muito gordurosa, refeição normal ou quando o paciente se alimenta após um longo período de jejum.
Náuseas e vômitos podem surgir no momento em que a dor atinge o máximo de intensidade. A febre ocorre quando há inflamação dos canais ou da vesícula. Se a febre for alta e acompanhar-se de calafrios, indica a existência de infecção por bactérias, uma doença chamada colangite.
Quando o cálculo biliar obstrui o canal de drenagem da bile, o paciente pode apresentar icterícia ("amarelão"), ou seja, fica com a pele e a porção branca dos olhos com coloração amarelada. Isso ocorre porque a bile fica "parada" na vesícula e a bilirrubina (pigmento amarelado presente na bile) vai sendo absorvida e passa para o sangue. Nesses casos, a urina pode ficar escura (amarronzada) e as fezes claras.
DiagnósticoA história que o paciente conta é bem característica, e orienta o pensamento do médico para o diagnóstico. Para a confirmação da presença de pedras na vesícula realiza-se o exame de ultra-som. No caso dos cálculos biliares, como a maioria é formada de colesterol, eles não aparecem na radiografia, ao contrário dos cálculos renais (que são formados principalmente por cálcio e, como os ossos, aparecem à radiografia). Por isso o ultra-som é tão importante. No entanto, outros exames podem ser utilizados, como a cintilografia. Exames de sangue podem ser solicitados quando há suspeita de alguma complicação da doença.
TratamentoO tratamento pode ser feito com medicamentos ou por cirurgia, com a retirada da vesícula (colecistectomia). Os medicamentos atuam dissolvendo o cálculo, e podem ser indicados para aqueles pacientes que não apresentam sintomas. Para uso dos medicamentos alopáticos é imprescindível a prescrição, orientação e acompanhamento médico. Um produto muito popular para tratamento de cálculos biliares, conhecido principalmente no meio das terapias naturais e que vem sendo muito utilizado para dissolver as pedras na vesícula é o ROWACHOL. Este produto medicinal natural é inclusive utilizado sem a necessidade de prescrição médica, tendo em vista que não apresenta contra indicações ou efeitos colaterais. Um composto natural a base de uma combinação de óleos que dissolve e elimina de forma rápida e indolor os cálculos biliares. Como o produto é natural e não agride o organismo, nos casos em que não há uma maior gravidade do quadro, o ROWACHOL é muito recomendado. A cirurgia está indicada apenas nos seguintes casos:
• Paciente com sintomas graves o bastante para
interferir com sua rotina diária. A colecistectomia pode ser realizada de duas maneiras: 1. convencional, na qual o cirurgião faz uma incisão no abdome e visualiza diretamente a vesícula; 2. laparoscopia, na qual o cirurgião introduz duas ou três cânulas em pequenas aberturas na parede abdominal, e visualiza a cavidade por meio de um monitor. A via laparoscópica é preferida, pois o resultado estético é melhor, a dor no pós-operatório é mais leve, a duração da internação é menor e o paciente volta mais rápido ao trabalho e a suas atividades habituais.
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