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ARTROSE

Saiba mais sobre o que é Artrose e as formas de tratamento.

 

Artrose Sintomas Causas Diagnóstico Tratamento

 

 

O que é Artrose?

 

Artrose é a doença articular mais freqüente e a cartilagem é o tecido inicialmente alterado. A cartilagem está aderida à superfície dos ossos que se articulam entre si. É formada por um tecido rico em proteínas, fibras colágenas e células.

 

A Artrose é uma doença de evolução lenta, que atinge a articulação dos joelhos, das mãos e dos pés, entre outras. Manifesta-se por dois sintomas principais: a dor e a rigidez.

Artrose

No início, a dor se apresenta só quando o indivíduo se movimenta e praticamente desaparece quando ele está em repouso. Com o tempo, ela se torna mais freqüente e acaba se manifestando em qualquer circunstância. A rigidez ocorre, principalmente, ao acordar ou logo depois de um período de descanso. Em geral, some meia hora depois de algum movimento. Também conhecida como osteoartrose, a doença é a mais freqüente das lesões articulares. Embora possa ocorrer entre os jovens, é mais comum em idades avançadas, acima dos 40 a 50 anos. Segundo dados publicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), representa cerca de 40% de todas as doenças  articulares após os 60 anos de idade.

A Osteoartrite (OA) tem início quando alguns constituintes protéicos modificam-se e outros diminuem em número ou tamanho. Há tentativa de reparação através da proliferação das células da cartilagem mas o resultado final do balanço entre destruição e regeneração é uma cartilagem que perde sua superfície lisa que permite adequado deslizamento das superfícies ósseas.

Este processo acompanha-se de liberação de enzimas que normalmente estão dentro das células cartilaginosas. A ação destas enzimas provoca reação inflamatória local a qual amplifica a lesão tecidual. Aparecem erosões na superfície articular da cartilagem que fica como se estivesse cheia de pequenas crateras. A progressão da doença leva ao comprometimento do osso adjacente o qual fica com fissuras e cistos.

Ao mesmo tempo, aparentemente como uma tentativa de aumentar a superfície de contato e procurando maior estabilidade, o osso prolifera. Mas não é um osso normal, sendo mais rígido e mais suscetível a microfraturas que ocorrem principalmente em articulações que suportam peso.

Aparentemente devido à reação inflamatória local todos os elementos da articulação sofrem hipertrofia: cápsula, tendões, músculos e ligamentos. As articulações sofrem aumento de volume e podem estar com calor local.

O grau de comprometimento é bastante variado. A doença pode evoluir até a destruição da articulação ou estacionar a qualquer momento. Há indivíduos que têm deformidades nos dedos e que nunca sentiram dor e outros que terão dor e progressiva piora da doença com conseqüentes deformidade e diminuição da função articular.

Não se conhece o gatilho inicial da Osteoartrite. Acredita-se que mecanismos diferentes levem às mesmas alterações na função e composição das estruturas articulares.

Osteoartrite (OA) nos dedos das mãos é mais freqüente em mulheres e tem grande incidência familiar, favorecendo um mecanismo genético.

Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais freqüentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral.

Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais freqüentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral.

Defeitos posturais como pernas arqueadas ou pernas em xis favorecem Osteoartrite de joelhos. Posição inadequada do fêmur em relação à bacia leva à degeneração cartilaginosa em locais específicos da articulação coxo-femural.

Do mesmo modo, defeitos nos pés levarão à instalação de Osteoartrite, sendo o joanete o melhor modelo. Entretanto, há pacientes que sofrem outro tipo de OA no dedo grande do pé que não se relaciona com defeito postural.

Hiperelasticidade articular, mais comum em mulheres, pode permitir que as superfícies articulares ultrapassem seus limites anatômicos e a cartilagem, deslizando em superfícies duras, sofre erosão. Osteoartrite OA entre fêmur e rótula (femuropatelar) é um exemplo comum.

Doenças metabólicas como diabete e hipotireoidismo favorecem o desenvolvimento de Osteoartrite.

Outras doenças que afetam a cartilagem como artrite reumatóide, artrite infecciosa e doenças por depósitos de cristais (gota e condrocalcinose) podem apresentar-se com o mesmo tipo de lesão e são rotuladas como Osteoartrite (OA) secundária.

 

 

 

 

Salto alto pode ser um causador


A artrose de joelho incide mais entre as mulheres (30%) do que entre os homens (17%). Pensa-se que este fato pode estar relacionado com o uso de saltos altos, embora a tese não esteja comprovada. Fraturas, luxações, lesões do menisco e outros traumatismos aumentam o risco de desenvolver a doença. Algumas atividades de trabalho, como as que obrigam a pessoa a se baixar para levantar pesos, implicam maior risco. A prática intensiva de um esporte que exige um esforço exagerado dos joelhos, como futebol, tênis ou musculação, também prejudica as articulações. No entanto, atividades físicas regulares e menos exigentes, como nadar ou andar a pé, são vitais para protegê-las. Alguns problemas anatômicos do corpo, como um alinhamento inadequado dos joelhos (para dentro ou arqueados), também podem ser fatores de risco. A artrose do joelho é bastante freqüente em pessoas com excesso de peso.

 

TRATAMENTOS DA ARTROSE

Da mesma forma que a Artrite e as demais doenças reumáticas, nos últimos 10 a 15 anos foram se modificando os esquemas do tratamento da Artrose. Velhos remédios estão sendo melhor usados e novos estão surgindo. Verificou-se que o tratamento precoce e, muitas vezes, associação de vários medicamentos desde o início também proporciona melhor prognóstico. Os médicos estão fazendo diagnóstico mais cedo (talvez porque os pacientes estejam mais alertas quanto ao especialista que procurar), possibilitando a introdução precoce do melhor tratamento. Infelizmente, quando a causa de uma doença não é totalmente conhecida, não há um tratamento curativo. E ainda há uma parcela significativa de pessoas com Artrose que não têm a melhora desejada.

Para aliviar as dores, o médico pode indicar o uso de medicamentos de ação rápida (analgésicos  e antiinflamatórios) ou de ação prolongada (cloroquina, diacereína, sulfato de condroitina ou de glucosamina). Entre os analgésicos, o paracetamol apresenta menos efeitos colaterais (uma cartela com 10 cápsulas de 500mg custa pouco mais de R$ 2). Mas, caso não baste, pode-se recorrer aos antiinflamatórios não-esteróides, se o doente não for alérgico a eles e se não tiver gastrite ou úlcera, por exemplo. Outras opções são os medicamentos antiinflamatórios de uso externo – pomadas e cremes –, que devem ser aplicados sobre a pele. Eles atuam localmente e, fora uma eventual alergia na área onde são aplicados, não oferecem riscos de efeitos colaterais graves. Sua eficácia, porém, é restrita à fase de dor aguda e seu efeito limitado em geral ao primeiro mês de aplicação. 

Se a inflamação aumentar, o médico pode lançar mão também de medicamentos injetáveis na própria articulação, como é o caso de certos corticóides. Eles impedem a produção das substâncias responsáveis pelas inflamações, mas não há provas de que retardem a evolução da doença. Outras drogas, como o sulfato de condroitina ou de glucosamina, podem ajudar a retardar o avanço da doença quando utilizadas em tratamentos de longa duração. Contudo, os estudos disponíveis até o momento ainda não comprovaram plenamente sua eficácia. 

Cirurgia, só deve ser realizada em último caso.


Além de remédios, o médico pode recomendar tratamentos de fisioterapia, e, quando necessário, prescrever próteses, calçados, palmilhas, bengalas ou muletas. Em último caso, recorre à cirurgia. Ela só se aplica, no entanto, quando a doença já se encontra em estado avançado. Dentre os vários tipos de intervenção possíveis, a mais freqüente e radical é a introdução de uma prótese total do joelho. Na prática, a articulação é substituída por um dispositivo que proporciona melhor qualidade de vida ao doente, reduzindo suas dores e aumentando sua mobilidade. A resistência dessas próteses é elevada. Dados médicos indicam que entre 84 e 98 por cento delas se mantêm em bom estado de conservação no prazo de 15 anos. Contudo, introduzir uma prótese total é um procedimento sempre complexo, que deve ser bem avaliado pelo médico e seu paciente. Podem ocorrer complicações pós-operatórias, como a formação de coágulos nas pernas e infecções. O doente, após a cirurgia, deve fazer fisioterapia, para reaprender a andar. A hipótese de cirurgia, portanto, só deve ser considerada quando a doença impõe limitações graves. 

Tratamentos alternativos.

Quando o tratamento médico convencional não provê alívio suficiente para a dor, algumas pessoas tentam terapias complementares. A seguir algumas dessas terapias usadas para tratamento da artrose:

Acupuntura - Algumas pessoas têm encontrado alívio da dor usando acupuntura.

Remédios populares - Esse incluem beber chás de ervas, usar bracelete de cobre, tomar banho de lama, etc. Ainda que algumas dessas opções por si mesmas não sejam perigosas, não há comprovação que elas ajudem no tratamento de artrose, além de poderem ser caras e fazer com que as pessoas atrasem ou abandonem o tratamento médico.

Suplementos nutricionais - Nutrientes com a glicosamina e sulfato de condroitina têm sido reportados por melhorar os sintomas de pessoas com artrose. Estudos adicionais estão sendo feitos para avaliação mais profundamente dessas alegações.

Recomenda-se para todos os casos de artrose, a utilização do suplemento NQI como coadjuvante no tratamento. Os pacientes que tem utilizado o produto, normalmente apresentam grande melhora.

O NQI é uma combinação de fosfatos, que já vinha sendo utilizado e avaliado clinicamente desde a década de 80 pelo médico, cientista e professor Dr. Gauer. O produto recebeu o nome de Núcleo Quelado Inteligente (NQI) devido a sua composição e propriedades. Durante os anos de 1999 a 2003 o composto foi sendo aperfeiçoado com base nos estudos clínicos e na análise dos pacientes através da iridossomatologia (método inovador dentro da iridologia que permite diagnosticar de maneira precisa a causa das doenças através da íris). Chamamos de mineral quelado todo íon mineral ligado a um aminoácido (glicina, arginina, lisina). Os minerais na forma quelada apresentam melhor absorção, são absorvidos sem ionização no processo digestivo e são muito bem tolerados (não gerando efeitos colaterais).

Importantíssimo dizer que o NQI não se trata de um medicamento e sim de um suplemento natural e sem contra-indicações. O produto atualmente já foi utilizado por mais de 70 mil pacientes. Para não correr riscos de novas deposições de minerais no organismo e de novas cristalizações, os pacientes devem utilizar o suplemento durante o período em que estão com o problema e também dar continuidade ao uso após a melhora, pois a prevenção é necessária a fim de impedir o retorno do problema. Por tratar-se de um produto natural e sem contra-indicações, a continuidade de uso é normalmente recomendada pelos médicos e terapeutas.

O médico Dr. Rodolfo Salamuni, reumatologista, tem recomendado o uso do NQI para todos os seus pacientes que sofrem de gota, artrite, artrose e cálculos renais. Segundo ele, o suplemento deveria ser utilizado sem restrições por todas as pessoas acima dos 40 anos de idade. "Como um suplemento nutricional antioxidante e solubilizante, é incontestável os inúmeros benefícios que o NQI causa no organismo de quem o utiliza", complementa o Dr. Salamuni.

 

Para o Dr. Manuel Ruedas Guerrero, responsável pela área de ortopedia e traumatologia do Hospital Evangélico, o NQI representa uma evolução no tratamento da artrite e da artrose. "Recomendo o NQI aos meus pacientes, porque sei dos diversos benefícios que o produto causa no organismo", explica o Dr. Ruedas.

 

 

 

 

 

O NQI tem efeitos surpreendentes em doenças reumáticas como artrite e artrose, também dissolve cálculos renais, neutraliza o estresse oxidativo, elimina os cristais depositados nos tecidos, elimina definitivamente problemas de gota, atua como regulador biológico do armazenamento do cálcio, restabelece a integridade celular e elimina os efeitos lesivos (sais insolúveis) decorrentes da ligação óxido + água = ácido, equilibra a fosfatase.

 

Atualmente, as pessoas ingerem muitos  carboidratos, alimentos industrializados e processados.  Isto diminui  sensivelmente os  fosfatos,   prejudicando  a  formação  da  enzima fosfatase  e  tornando-a  lenta  em  prejuízo  do  equilíbrio. O NQI é composto de  fosfatos  condensados  e  fosfatos reativos, desta forma reequilibrando a fosfatase, agindo como  antioxidante  na  eliminação  dos  radicais  livres  excedentes  e como solubilizante   -  procura   sais   e  minerais  precipitados  e  depositados,  em qualquer parte do corpo, solubilizando-os. Todos os depósitos de minerais cristalizados ou não, são dissolvidos e eliminados pelo NQI.

Especialistas afirmam que não existe nenhum problema relacionado ao fato do paciente estar em meio a um tratamento alopático (medicamentoso) e paralelamente iniciar o uso do suplemento NQI.

 

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