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ARTROSE Saiba mais sobre o que é Artrose e as formas de tratamento.
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No início, a dor se apresenta só quando o indivíduo se movimenta e praticamente desaparece quando ele está em repouso. Com o tempo, ela se torna mais freqüente e acaba se manifestando em qualquer circunstância. A rigidez ocorre, principalmente, ao acordar ou logo depois de um período de descanso. Em geral, some meia hora depois de algum movimento. Também conhecida como osteoartrose, a doença é a mais freqüente das lesões articulares. Embora possa ocorrer entre os jovens, é mais comum em idades avançadas, acima dos 40 a 50 anos. Segundo dados publicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), representa cerca de 40% de todas as doenças articulares após os 60 anos de idade. A Osteoartrite (OA) tem início quando alguns constituintes protéicos modificam-se e outros diminuem em número ou tamanho. Há tentativa de reparação através da proliferação das células da cartilagem mas o resultado final do balanço entre destruição e regeneração é uma cartilagem que perde sua superfície lisa que permite adequado deslizamento das superfícies ósseas. Este processo acompanha-se de liberação de enzimas que normalmente estão dentro das células cartilaginosas. A ação destas enzimas provoca reação inflamatória local a qual amplifica a lesão tecidual. Aparecem erosões na superfície articular da cartilagem que fica como se estivesse cheia de pequenas crateras. A progressão da doença leva ao comprometimento do osso adjacente o qual fica com fissuras e cistos. Ao mesmo tempo, aparentemente como uma tentativa de aumentar a superfície de contato e procurando maior estabilidade, o osso prolifera. Mas não é um osso normal, sendo mais rígido e mais suscetível a microfraturas que ocorrem principalmente em articulações que suportam peso. Aparentemente devido à reação inflamatória local todos os elementos da articulação sofrem hipertrofia: cápsula, tendões, músculos e ligamentos. As articulações sofrem aumento de volume e podem estar com calor local. O grau de comprometimento é bastante variado. A doença pode evoluir até a destruição da articulação ou estacionar a qualquer momento. Há indivíduos que têm deformidades nos dedos e que nunca sentiram dor e outros que terão dor e progressiva piora da doença com conseqüentes deformidade e diminuição da função articular. Não se conhece o gatilho inicial da Osteoartrite. Acredita-se que mecanismos diferentes levem às mesmas alterações na função e composição das estruturas articulares. Osteoartrite (OA) nos dedos das mãos é mais freqüente em mulheres e tem grande incidência familiar, favorecendo um mecanismo genético. Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais freqüentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral. Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais freqüentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral. Defeitos posturais como pernas arqueadas ou pernas em xis favorecem Osteoartrite de joelhos. Posição inadequada do fêmur em relação à bacia leva à degeneração cartilaginosa em locais específicos da articulação coxo-femural. Do mesmo modo, defeitos nos pés levarão à instalação de Osteoartrite, sendo o joanete o melhor modelo. Entretanto, há pacientes que sofrem outro tipo de OA no dedo grande do pé que não se relaciona com defeito postural. Hiperelasticidade articular, mais comum em mulheres, pode permitir que as superfícies articulares ultrapassem seus limites anatômicos e a cartilagem, deslizando em superfícies duras, sofre erosão. Osteoartrite OA entre fêmur e rótula (femuropatelar) é um exemplo comum. Doenças metabólicas como diabete e hipotireoidismo favorecem o desenvolvimento de Osteoartrite. Outras doenças que afetam a cartilagem como artrite reumatóide, artrite infecciosa e doenças por depósitos de cristais (gota e condrocalcinose) podem apresentar-se com o mesmo tipo de lesão e são rotuladas como Osteoartrite (OA) secundária.
Salto alto pode ser um causador
TRATAMENTOS DA ARTROSE Da mesma forma que a Artrite e as demais doenças reumáticas, nos últimos 10 a 15 anos foram se modificando os esquemas do tratamento da Artrose. Velhos remédios estão sendo melhor usados e novos estão surgindo. Verificou-se que o tratamento precoce e, muitas vezes, associação de vários medicamentos desde o início também proporciona melhor prognóstico. Os médicos estão fazendo diagnóstico mais cedo (talvez porque os pacientes estejam mais alertas quanto ao especialista que procurar), possibilitando a introdução precoce do melhor tratamento. Infelizmente, quando a causa de uma doença não é totalmente conhecida, não há um tratamento curativo. E ainda há uma parcela significativa de pessoas com Artrose que não têm a melhora desejada.
Para aliviar as dores, o
médico pode indicar o uso de medicamentos de ação rápida
(analgésicos e antiinflamatórios) ou de ação prolongada
(cloroquina, diacereína, sulfato de condroitina ou de
glucosamina). Entre os analgésicos, o paracetamol
apresenta menos efeitos colaterais (uma cartela com 10
cápsulas de 500mg custa pouco mais de R$ 2). Mas, caso
não baste, pode-se recorrer aos antiinflamatórios
não-esteróides, se o doente não for alérgico a eles e se
não tiver gastrite ou úlcera, por exemplo. Outras opções
são os medicamentos antiinflamatórios de uso externo –
pomadas e cremes –, que devem ser aplicados sobre a pele.
Eles atuam localmente e, fora uma eventual alergia na
área onde são aplicados, não oferecem riscos de efeitos
colaterais graves. Sua eficácia, porém, é restrita à
fase de dor aguda e seu efeito limitado em geral ao
primeiro mês de aplicação.
Tratamentos alternativos. Quando o tratamento médico convencional não provê alívio suficiente para a dor, algumas pessoas tentam terapias complementares. A seguir algumas dessas terapias usadas para tratamento da artrose: Acupuntura - Algumas pessoas têm encontrado alívio da dor usando acupuntura. Remédios populares - Esse incluem beber chás de ervas, usar bracelete de cobre, tomar banho de lama, etc. Ainda que algumas dessas opções por si mesmas não sejam perigosas, não há comprovação que elas ajudem no tratamento de artrose, além de poderem ser caras e fazer com que as pessoas atrasem ou abandonem o tratamento médico. Suplementos nutricionais - Nutrientes com a glicosamina e sulfato de condroitina têm sido reportados por melhorar os sintomas de pessoas com artrose. Estudos adicionais estão sendo feitos para avaliação mais profundamente dessas alegações. Recomenda-se para todos os casos de artrose, a utilização do suplemento NQI como coadjuvante no tratamento. Os pacientes que tem utilizado o produto, normalmente apresentam grande melhora. O NQI é uma combinação de fosfatos, que já vinha sendo utilizado e avaliado clinicamente desde a década de 80 pelo médico, cientista e professor Dr. Gauer. O produto recebeu o nome de Núcleo Quelado Inteligente (NQI) devido a sua composição e propriedades. Durante os anos de 1999 a 2003 o composto foi sendo aperfeiçoado com base nos estudos clínicos e na análise dos pacientes através da iridossomatologia (método inovador dentro da iridologia que permite diagnosticar de maneira precisa a causa das doenças através da íris). Chamamos de mineral quelado todo íon mineral ligado a um aminoácido (glicina, arginina, lisina). Os minerais na forma quelada apresentam melhor absorção, são absorvidos sem ionização no processo digestivo e são muito bem tolerados (não gerando efeitos colaterais). Importantíssimo dizer que o NQI não se trata de um medicamento e sim de um suplemento natural e sem contra-indicações. O produto atualmente já foi utilizado por mais de 70 mil pacientes. Para não correr riscos de novas deposições de minerais no organismo e de novas cristalizações, os pacientes devem utilizar o suplemento durante o período em que estão com o problema e também dar continuidade ao uso após a melhora, pois a prevenção é necessária a fim de impedir o retorno do problema. Por tratar-se de um produto natural e sem contra-indicações, a continuidade de uso é normalmente recomendada pelos médicos e terapeutas.
Atualmente, as pessoas ingerem muitos carboidratos, alimentos industrializados e processados. Isto diminui sensivelmente os fosfatos, prejudicando a formação da enzima fosfatase e tornando-a lenta em prejuízo do equilíbrio. O NQI é composto de fosfatos condensados e fosfatos reativos, desta forma reequilibrando a fosfatase, agindo como antioxidante na eliminação dos radicais livres excedentes e como solubilizante - procura sais e minerais precipitados e depositados, em qualquer parte do corpo, solubilizando-os. Todos os depósitos de minerais cristalizados ou não, são dissolvidos e eliminados pelo NQI. Especialistas afirmam que não existe nenhum problema relacionado ao fato do paciente estar em meio a um tratamento alopático (medicamentoso) e paralelamente iniciar o uso do suplemento NQI.
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