Várias informações sobre artrose: sintomas, prevenção e tratamento

A artrose (do grego artros é articulação e do latim ose é desgaste), também chamada de osteoartrose, é um processo e não uma doença. Trata-se de um fenômeno absolutamente natural - o desgaste da cartilagem que reveste nossas articulações ou juntas - que faz parte do envelhecimento global do organismo humano. Pode ser também chamada de osteoartrose. Por isso é importante ter várias informações sobre artrose, como diagnosticar, prevenção e formas de tratamento. Aqui você encontra um artigo completo sobre tratamento, o que é artrose, osteoartrose, osteoartrite, reumatologia, dor nas juntas, reumatismo , rigidez articular e detalhes do tratamento da artrose.

 

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TUDO SOBRE A ARTROSE

Numa primeira consulta, salta aos olhos a falta de clareza: qual a diferença entre artrite e artrose? Esta é a pergunta infalível, fruto de uma confusão primariamente semântica: artrite ou artrose? A artrose na verdade é um tipo de artrite. A partir do nosso pico de desenvolvimento osteo-articular, começa um lento, insidioso e inicialmente assintomático processo de desgaste, desidratação e afilamento da cartilagem: a chamada artrose. Como ainda não descobrimos como regenerar o tecido cartilaginoso, devemos tratar os sintomas da artrose com analgésicos (sempre) e antiinflamatórios (somente nas crises). Há medicamentos capazes de retardar o processo e amenizar seus sintomas: a glucosamina (associada ou não à condroitina), os chamados insaponificáveis do abacate, entre outros. O uso de medicamentos como a hidroxicloroquina pode ser útil nas artroses erosivas.

Saiba mais sobre o que é Artrose e as formas de tratamento.

 

Artrose Sintomas Causas Diagnóstico Tratamento

 

 

O que é Artrose?

 

Artrose é a doença articular mais frequente e a cartilagem é o tecido inicialmente alterado. A cartilagem está aderida à superfície dos ossos que se articulam entre si. É formada por um tecido rico em proteínas, fibras colágenas e células.

 

A Artrose é uma doença de evolução lenta, que atinge a articulação dos joelhos, das mãos e dos pés, entre outras. Manifesta-se por dois sintomas principais: a dor e a rigidez.

Várias informações sobre artrose, como diagnosticar, prevenção e formas de tratamento.
ARTROSE

 

No início, a dor se apresenta só quando o indivíduo se movimenta e praticamente desaparece quando ele está em repouso. Com o tempo, ela se torna mais frequente e acaba se manifestando em qualquer circunstância. A rigidez ocorre, principalmente, ao acordar ou logo depois de um período de descanso. Em geral, some meia hora depois de algum movimento. Também conhecida como osteoartrose, a doença é a mais frequente das lesões articulares. Embora possa ocorrer entre os jovens, é mais comum em idades avançadas, acima dos 40 a 50 anos. Segundo dados publicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), representa cerca de 40% de todas as doenças  articulares após os 60 anos de idade.

A Osteoartrite (OA) tem início quando alguns constituintes protéicos modificam-se e outros diminuem em número ou tamanho.

 Há tentativa de reparação através da proliferação das células da cartilagem mas o resultado final do balanço entre destruição e regeneração é uma cartilagem que perde sua superfície lisa que permite adequado deslizamento das superfícies ósseas.

Este processo acompanha-se de liberação de enzimas que normalmente estão dentro das células cartilaginosas. A ação destas enzimas provoca reação inflamatória local a qual amplifica a lesão tecidual. Aparecem erosões na superfície articular da cartilagem que fica como se estivesse cheia de pequenas crateras. A progressão da doença leva ao comprometimento do osso adjacente o qual fica com fissuras e cistos.

Ao mesmo tempo, aparentemente como uma tentativa de aumentar a superfície de contato e procurando maior estabilidade, o osso prolifera. Mas não é um osso normal, sendo mais rígido e mais suscetível a microfraturas que ocorrem principalmente em articulações que suportam peso.

Aparentemente devido à reação inflamatória local todos os elementos da articulação sofrem hipertrofia: cápsula, tendões, músculos e ligamentos. As articulações sofrem aumento de volume e podem estar com calor local.

O grau de comprometimento é bastante variado. A doença pode evoluir até a destruição da articulação ou estacionar a qualquer momento. Há indivíduos que têm deformidades nos dedos e que nunca sentiram dor e outros que terão dor e progressiva piora da doença com conseqüentes deformidade e diminuição da função articular.

artrose
ARTROSE

Não se conhece o gatilho inicial da Artrose ou Osteoartrite. Acredita-se que mecanismos diferentes levem às mesmas alterações na função e composição das estruturas articulares.

Artrose ou Osteoartrite (OA) nos dedos das mãos é mais frequente em mulheres e tem grande incidência familiar, favorecendo um mecanismo genético.

Artrose ou Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais frequentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral.

Artrose ou Osteoartrite em articulações que recebem carga, como quadris e joelhos, são mais frequentes em obesos o mesmo podendo acontecer com a coluna vertebral.

Defeitos posturais como pernas arqueadas ou pernas em xis favorecem Artrose ou Osteoartrite de joelhos. Posição inadequada do fêmur em relação à bacia leva à degeneração cartilaginosa em locais específicos da articulação coxo-femural.

Do mesmo modo, defeitos nos pés levarão à instalação de Artrose ou Osteoartrite, sendo o joanete o melhor modelo. Entretanto, há pacientes que sofrem outro tipo de Artrose ou Osteoartrite no dedo grande do pé que não se relaciona com defeito postural.

Saiba o que é Artrose ou Osteoartrite.
Artrose - Osteoartrite

Hiperelasticidade articular, mais comum em mulheres, pode permitir que as superfícies articulares ultrapassem seus limites anatômicos e a cartilagem, deslizando em superfícies duras, sofre erosão. Artrose ou Osteoartrite entre fêmur e rótula (femuropatelar) é um exemplo comum.

Doenças metabólicas como diabete e hipotireoidismo favorecem o desenvolvimento de Artrose ou Osteoartrite.

Outras doenças que afetam a cartilagem como artrite reumatóide, artrite infecciosa e doenças por depósitos de cristais (gota e condrocalcinose) podem apresentar-se com o mesmo tipo de lesão e são rotuladas como Osteoartrite (OA) secundária.

 

 

 

 

Salto alto pode ser um causador


A artrose de joelho incide mais entre as mulheres (30%) do que entre os homens (17%). Pensa-se que este fato pode estar relacionado com o uso de saltos altos, embora a tese não esteja comprovada. Fraturas, luxações, lesões do menisco e outros traumatismos aumentam o risco de desenvolver a doença. Algumas atividades de trabalho, como as que obrigam a pessoa a se baixar para levantar pesos, implicam maior risco. A prática intensiva de um esporte que exige um esforço exagerado dos joelhos, como futebol, tênis ou musculação, também prejudica as articulações. No entanto, atividades físicas regulares e menos exigentes, como nadar ou andar a pé, são vitais para protegê-las. Alguns problemas anatômicos do corpo, como um alinhamento inadequado dos joelhos (para dentro ou arqueados), também podem ser fatores de risco. A artrose do joelho é bastante freqüente em pessoas com excesso de peso.

 

TRATAMENTOS DA ARTROSE

Da mesma forma que a Artrite e as demais doenças reumáticas, nos últimos 10 a 15 anos foram se modificando os esquemas do tratamento da Artrose. Velhos remédios estão sendo melhor usados e novos estão surgindo. Verificou-se que o tratamento precoce e, muitas vezes, associação de vários medicamentos desde o início também proporciona melhor prognóstico. Os médicos estão fazendo diagnóstico mais cedo (talvez porque os pacientes estejam mais alertas quanto ao especialista que procurar), possibilitando a introdução precoce do melhor tratamento. Infelizmente, quando a causa de uma doença não é totalmente conhecida, não há um tratamento curativo. E ainda há uma parcela significativa de pessoas com Artrose que não têm a melhora desejada.

Para aliviar as dores, o médico pode indicar o uso de medicamentos de ação rápida (analgésicos  e antiinflamatórios) ou de ação prolongada (cloroquina, diacereína, sulfato de condroitina ou de glucosamina). Entre os analgésicos, o paracetamol apresenta menos efeitos colaterais (uma cartela com 10 cápsulas de 500mg custa pouco mais de R$ 2). Mas, caso não baste, pode-se recorrer aos antiinflamatórios não-esteróides, se o doente não for alérgico a eles e se não tiver gastrite ou úlcera, por exemplo. Outras opções são os medicamentos antiinflamatórios de uso externo – pomadas e cremes –, que devem ser aplicados sobre a pele. Eles atuam localmente e, fora uma eventual alergia na área onde são aplicados, não oferecem riscos de efeitos colaterais graves. Sua eficácia, porém, é restrita à fase de dor aguda e seu efeito limitado em geral ao primeiro mês de aplicação. 

Se a inflamação aumentar, o médico pode lançar mão também de medicamentos injetáveis na própria articulação, como é o caso de certos corticóides. Eles impedem a produção das substâncias responsáveis pelas inflamações, mas não há provas de que retardem a evolução da doença. Outras drogas, como o sulfato de condroitina ou de glucosamina, podem ajudar a retardar o avanço da doença quando utilizadas em tratamentos de longa duração. Contudo, os estudos disponíveis até o momento ainda não comprovaram plenamente sua eficácia. 

Cirurgia, só deve ser realizada em último caso.


Além de remédios, o médico pode recomendar tratamentos de fisioterapia, e, quando necessário, prescrever próteses, calçados, palmilhas, bengalas ou muletas. Em último caso, recorre à cirurgia. Ela só se aplica, no entanto, quando a doença já se encontra em estado avançado. Dentre os vários tipos de intervenção possíveis, a mais freqüente e radical é a introdução de uma prótese total do joelho. Na prática, a articulação é substituída por um dispositivo que proporciona melhor qualidade de vida ao doente, reduzindo suas dores e aumentando sua mobilidade. A resistência dessas próteses é elevada. Dados médicos indicam que entre 84 e 98 por cento delas se mantêm em bom estado de conservação no prazo de 15 anos. Contudo, introduzir uma prótese total é um procedimento sempre complexo, que deve ser bem avaliado pelo médico e seu paciente. Podem ocorrer complicações pós-operatórias, como a formação de coágulos nas pernas e infecções. O doente, após a cirurgia, deve fazer fisioterapia, para reaprender a andar. A hipótese de cirurgia, portanto, só deve ser considerada quando a doença impõe limitações graves. 

 


 

 

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